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sábado, 17 de agosto de 2013

Acelgas Pixelizadas...

...pronto, não é bem... são pickles de acelga.


Se há coisa que se dá bem na minha marquise são as acelgas. Eu vou colhendo e elas vão crescendo, a bicharada (spider-mites, mosca branca, pulgões, oídio, de tudo vai aparecendo ao longo do ano) passa-lhes ao lado, nada de espigarem e morrerem... De modo que tinha uma molhada (vá, um molho, que isto é uma marquise apenas) para apanhar e ainda não sabia muito bem que lhe fazer.

A ideia veio do Masterchef Austrália, que pela parte que me toca é o único dos 3 que espreitei, que vale a pena ver: aprendem-se coisas, o júri não é bruto nem besta (como o americano) nem se tenta fazer passar por tal (apesar de não terem jeito nenhum para fazerem de bicho-papão, como o português), os concorrentes são boa onda e simpáticos uns pros outros (não como no americano onde há sempre uns sacaninhas e as quezílias são empoladas pelo programa). Mas adiante, num episódio um dos concorrentes acompanhou uma carne qualquer com pickles de couve. E eu lembrei-me logo das minhas acelgas.

Como as acelgas são primas da beterrabas e têm um leve gosto às ditas, decidi fazer um frasco de pickles simples e outro com sabores que normalmente vão muito bem com as beterrabas, o funcho e o gengibre. Admito que provei ambos a medo... nunca tinha provado pickles de couve nenhuma nem feito pickles de nada mas afinal correu muito bem, especialmente a versão com sabores, que ficou pra lá de supimpa.

Ingredientes (2 frascos médios):
1 molho de acelgas
2 chávenas de água
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de sal
1/4 de chávena de vinagre branco
Pimenta, malagueta, sementes de funcho, gengibre fresco, qb (opcional)

  1. Num tachinho levar a água, vinagre, açúcar, sal e um pouco de pimenta moída (usei da de 5 bagas) ao lume e deixar levantar fervura. Desligar.
  2. Cortar a acelga em pedaços e distribuir pelos frascos. Verter o líqudo quente sobre as acelgas e modo a cobri-las. 
  3. Em cada frasco juntar meia colher de chá de sementes de funcho, um pouco de gengibre e malagueta a gosto (usei pimenta cayenne da minha marquise, sem as sementes, que elas têm-me saído escaldantes).
  4. Rolhar e deixar repousar no frigorífico 3 dias.


A receita base do líquido de conserva veio duma receita de  pickles de mostarda-castanha da Saveur. Fica avinagrado mas com alguma subtileza, sem dar a sensação de ser tão ácido que vai cair no estômago e fazer um buraco. Dá pra usar com todo o tipo de couve e pode-se juntar outros tipos de tempero. No caso das acelgas, o funcho e o gengibre levam realmente estes pickles a outro nível.

Bom apetite.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Cogumelos Marinados


O último mês foi um corrupio de emoções e cansaços. A vida quis fazer-se carrossel, deu uma volta pra cima, deu uma volta para baixo e ei-la aqui paradinha exactamente onde começou. Agora que a estou a voltar a pôr a andar, tenho mais de 700 posts de blogs para cuscar. Também eles, calmamente, hão-de ir andando.

A cozinha entretanto também foi um corrupio, mas de banalidades, de comidas feitas por outrém, de saladas de restos e coisas que tais. Mas a vontade e a energia também aqui está a voltar. E voltou com uns cogumelos, frescos e cheios de ervas, prontos pro petisco.

A receita é de alguém do Food52, dum dos mais recentes concursos, ainda a decorrer.

Ingredientes:
500g de cogumelos (brancos ou castanhos), cortar os pés
2 colheres de sopa de azeite
1 dente de alho grande esmagado
1 ramo de alecrim pequeno
5 raminhos de tomilho
2 raminhos de orégãos
1 colher de sopa de sumo de limão
Sal e pimenta


  1. Numa frigideira anti-aderente grande e aquecida, colocar os cogumelos em lume médio, durante 5 a 8 minutos até perderem os seus líquidos. Mexer periodicamente para não queimarem.
  2. Juntar o azeite, alho e ervas e deixar cozinhar um pouco até a água dos cogumelos evaporar. 
  3. Juntar o sumo de limão, sal e pimenta. Desligar o lume, arrefecer, colocar num recipiente hermético e deixar marinar de um dia pro outro, no frio.

Podem servir-se frios, à temperatura ambiente ou reaquecê-los.
E pronto, é isto: Bom apetite!

domingo, 7 de abril de 2013

Courgette Panada


Há uns tempos atrás ofereceram-me uma Actifry, em teoria num regime de custódia partilhada mas afinal vim a perceber que isso era só uma desculpa para eu a aceitar. Não é que eu não quisesse aceitar uma actifry mas no que toca a aparelhos de cozinha tenho duas embirrações: a 1ª, dirigida a aparelhos que só fazem uma única coisa (tipo espremedores de laranjas eléctricos ou máquinas de fazer waffles); a 2ª, dirigida a aparelhos hiperinflacionados no preço em relação à real necessidade que temos deles (tipo Bimby). A actifry não cabe na primeira embirração mas cabe muito bem ali na segunda. 

Claro que o facto de ter sido oferecida e de não ter pago por ela, diminui uma embirração dirigida ao preço e agora que a tenho nutro por ela sentimentos que variam do gosto à indiferença. É verdade que faz uns fritos porreirinhos quase sem usar gordura mas não só não fica exactamente como a coisa real (fica assim a meio caminho entre o frito e o forno) como os fritos a sério se forem feitos como deve ser também absorvem apenas uma pequena porção do óleo que usamos. Dá para mais coisas para além de fritos (faz umas carnes bem tenras e tal) mas não dá pra fritar coisas envolvidas em polmes decentemente. Para panados (e croutons) é que é uma maravilha.

Foi o caso destes triângulos de courgette, que ficaram douradinhos, estaladiços por fora e cremosos por dentro. (E sim, eu sei que não são triângulos, são prismas triangulares e acredito que este tipo de corte tenha um nome técnico mas não faço ideia).

Ingredientes (tudo a olho...):
Courgette
Pão de véspera (de preferência tipo alentejano)
Queijo ralado
Clara de ovo (ou ovo inteiro, mas tinha muitas claras no congelador...)
Farinha
Azeite, sal e pimenta


  1. Cortar a courgette na longitudinal em oitavos. Dependendo do tamanho da courgette cortar na transversal em 2 ou 3.
  2. Na picadora juntar o pão, queijo ralado, sal, pimenta e um fio de azeite. Picar tudo até ficar com a textura de migalhas (claro que se pode usar pão ralado de compra mas a textura não fica tão crocante).
  3. Passar a courgette pela farinha, depois pela clara de ovo e por fim, pela mistura do pão. 
  4. Colocar na actifry durante 12-15 minutos (a meio virar os pedaços de courgette) ou levar a fritar em óleo até estar dourado.


Podem ser usados como aperitivo, servidos com molho ou molhos a acompanhar, de tomate, de iogurte, de alho ou que mais gostarem.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Cogumelos Recheados com Queijo de Cabra e Acelgas



Hoje (e isto não tem nada a ver com esta receita, eu sei) resolvi experimentar natas de soja. O colesterol alto levou-me a um outro cuidado com a alimentação mas uma grande vontade de experimentar uma receita gratinada de aspecto prometedoramente delicioso para servir de acompanhamento ao borrego pascal foi o empurrão para experimentar. E fiquei muito agradavelmente surpreendida. Muito mesmo. Posto isso, vai haver batatas com abóbora gratinadas pra Páscoa, yey!

Já estes cogumelo foram feitos com acelgas da minha marquise e estas podem ser facilmente substituídas por espinafres ou canónigos. De resto, acho que toda a gente sabe que os cogumelos são bons recheados. A maior parte das vezes são recheados com carne picada, parece-me, mas eu adoro queijo de cabra...

Usei uns cogumelos bem grandes, um chegou-me bem mas também podem usar cogumelos mais pequenos e em maior quantidade.

Ingredientes
4 cogumelos grandes
1 requeijão de cabra
1 pequeno molho de acelgas
5 a 6 folhas de manjericão
1 dentes de alho esmagado ou picado muito fino
Sal, pimenta, azeite
1 colher de sopa de parmesão em pó



  1. Limpar os cogumelos e retirar o pé. 
  2. Numa tigela misturar o requeijão com o alho, as acelgas e o manjericão picados. 
  3. Untar os cogumelos com azeite. Colocar num tabuleiro com as lamelas para cima. 
  4. Temperar com sal e pimenta. Distribuir o recheio pelos cogumelos. Polvilhar o topo de recheio com  um pouco de parmesão.
  5. Levar ao forno a 180ºC cerca de 20 minutos.

Bom apetite.



domingo, 3 de março de 2013

Salada de Beterraba Marinada


Não há volta a dar, a beterraba combina mesmo bem com laranja. Mas essa combinação pode ser ainda melhor: com funcho! Neste caso com sementes de funcho no tempero mas no futuro tenho de experimentar com o funcho propriamente dito.

Não deixa de ser estranho que a beterraba tendo um sabor muito peculiar (sabe mais ou menos a um punhado de terra com açúcar) faça umas belas saladas.

Ingredientes
2 beterrabas médias/grandes
1 colher de sopa de azeite
1 colheres de sopa de sumo de limão
1 colher de chá de sementes de funcho
1 laranja pequena
1 cebolo
Alface, sal e pimenta


  1. De véspera embrulhar as beterrabas em folha de alumínio e levar ao forno 1hora a 180ºC. Deixar arrefecer, descascar e cortar em cubos.
  2. Numa tigela misturar bem o azeite, o limão, sal, pimenta. Num almofariz moer as sementes de funcho e juntar ao molho. Verter sobre as beterrabas e envolver. Juntar o cebolo picado, cobrir e deixar marinar dum dia pro outro.
  3. Para fazer a salada, colocar numa taça a alface e a laranja cortada em pedaços. Juntar a beterraba e o molho da marinada.

Bom apetite.


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Espargos Silvestres com Queijo da Ilha



Ainda na senda dos espargos silvestres, desta vez com uma receita muito simples, tão simples que nem precisa de quantidades certas. Para a próxima só altero uma coisa, vou ralar o queijo em vez das lascas.

Esta é a última foto aqui no blog tirada com a minha máquina, durante uns tempos. Logo a seguir o carregador da bateria morreu e agora ando limitada à fraca máquina do meu telemóvel. Enfim.

Ingredientes
Espargos silvestres
Azeite, sal e pimenta
Vinagre balsâmico
Queijo da ilha

  1. Preparar os espargos eliminando a parte rija (dobrando-os à mão, acabam por se partir na zona de transição).
  2. Colocá-los num tabuleiro. Verter sobre eles um fio de azeite, sal e pimenta. Misturar tudo bem.
  3. Levar ao forno a 200ºC durante cerca de 12 minutos.
  4. Tirar do forno, verter algumas gotas de vinagre balsâmico e colocar por cima lascas de Queijo da Ilha. 

No caso de serem espargos de cultivo pode ser necessário ficarem mais um pouquinho no forno. Como é o caso da receita original.

Bom apetite.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Couve-flor e Brócolos com Molho de Alcaparras


Ah, o Natal já chegou e com ele o bolo-rei e os fritos doces, que já andam por todo o lado. E eu sei que é para aí que toda a gente está virada, para as filhoses e bolachas, ou quem sabe um bacalhau mas eu tenho uma demanda a começar: descobrir se gosto de couve-flor ou não e não é o Natal que a vai parar! :-P

Ou se calhar até é o Natal que a incentiva: a perspectiva de uma quadra de abuso pecaminoso em doçaria, pede uns vegetaizinhos para servir de contraponto na balança (na metafórica e na balança real). Enfim, não é que esta receita seja totalmente inocente: tudo bem que são vegetais, tostadinhos no forno (ou no meu caso na Actifry) mas são servidos com um molho de manteiga de lamber os beiços.

Assim sendo, esta primeira tentativa de comer couve-flor em muitos anos (exceptuando a versão picles), foi um sucesso.

Ingredientes
1 cabeça média de couve-flor
1 cabeça média de brócolos
Sal, azeite e pimenta
55g de manteiga sem sal
1 cebola pequena finamente picada
3 colheres de sopa de alcaparras, enxaguadas, escorridas e picadas
1 colheres de sopa de tomilho fresco
1/2 colher de chá de mel
Sumo e raspa de 1 limão


  1. Cortar a couve-flor e os brócolos em floretes pequenos. Colocar num tabuleiro, regar com um pouco de azeite, sal e pimenta e levar ao forno a 200ºC durante 20-25 minutos, misturando a meio. (Ou então levar à Actifry uns 12 minutos).
  2. Entretanto derreter a manteiga numa frigideira pequena. Juntar a cebola e deixar refogar uns 2 minutos. Juntar depois as alcaparras e o tomilho e deixar cozinhar mais 2 minutos.
  3. Tirar do lume e juntar o mel e o limão. Provar para ajustar de sal e limão.
  4. Verter sobre os vegetais, misturar e servir.
É muito bom, depois até dá pra limpar o prato com um naquinho de pão. Não se assustem com o mel, que não fica nada a notar-se o doce. A receita foi adaptada a partir deste livro.

Nesta ocasião, servi como prato principal, a acompanhar com sobras de arroz branco com milho e cubinhos de fiambre, num jantar muito rápido a meio da semana.

Bom apetite e Bom Natal!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Salada de Cenoura e Funcho



Há livros que nos surpreendem. Um destes dias, sem ocupação e com tempo para matar (para matar tempo, nada mais, não me incriminem, que não fui eu), pus-me a folhear um livro que não era meu: Diabetes - O Livro de Cozinha. Não tendo diabetes, nem alguma expectativa em relação ao livro, a verdade é que passado uns minutos dei por mim a apontar várias receitas para experimentar. 

Ingredientes (ligeiramente adaptados):
2 cenouras grandes
1 laranja grande
1 bolbo de funcho pequeno
1 mancheia de agrião (usei agrião de jardim, da minha farmville de marquise)

6 colheres de azeite extra-virgem
2 colheres de sopa de sumo de limão
2 colheres de sopa de sumo de laranja
1 colher de chá de mel
Sal e pimenta


  1. Descascar as cenouras. Com o descascador cortar as cenouras em fitas.
  2. Cortar o funcho em meias-luas muito finas. Juntar com a cenoura.
  3. Dividir a laranja em segmentos (sempre com uma tigela por baixo para aparar o sumo para aproveitar para o tempero). Tirar-lhes a pele e dividi-los em pedaços. Juntar à cenoura, juntamente com o agrião.
  4. Numa tigela misturar os temperos, bem misturados. Se necessário, dependendo da doçura da laranja, acrescentar mais sumo de limão. Verter sobre a salada e misturar bem.

Gostei imenso desta salada, servia com frango e arroz e hei-de voltar a fazê-la sem dúvida.

Bom apetite!

sábado, 24 de novembro de 2012

Salada de Couve de Bruxelas e Cebola Roxa


Já lá ia bem mais que uma semana que andava com vontade de comer couve de Bruxelas, em grande parte por causa desta receita. Calha que por ironia do Universo, assim que me deu tal desejo parece que houve um buraco negro que sugou tudo o que era couve de Bruxelas dos supermercados nos 20km em redor da minha pessoa. E olhem que a minha pessoa cobre por cada viagem para o trabalho 65km de distância. São muitos os supermercados e hipers que se me atravessam no caminho e nenhum nessa semana tinha para venda as benditas couves.

Pareceu-me cá a mim que havia de ser um efeito qualquer duma conjunção astrológica e admito que se na semana antes uma qualquer secção de astrologia de um jornal ou revista tivesse tido a simpatia de avisar  que seria uma má semana para um escorpião comer couves de Bruxelas, não só eu teria passado a reconhecer todo um outro valor a essa "ciência" que desconheço, como teria poupado algum tempo perdido.

Mas pronto, lá acabei por encontrar as couves de Bruxelas e em menos de um ápice (ou mais correctamente, em duas receitas) lá se foram elas. E que bem me souberam.

200g de couves de Bruxelas
1/2 cebola vermelha
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de mel
1 colher de chá de mostrada com grão
sumo de 1 limão
1/2 chávena de queijo ralado
Sal e pimenta



  1. Picar a cebola em fatias muito finas e pô-las de molho em água.
  2. Picar as couves em juliana fina e separar as folhas.
  3. Numa tigela misturar muito bem o azeite, mostarda e mel. Juntar o sumo de limão, primeiro metade e depois ir juntando o resto até ficar a gosto. Temperar com sal e pimenta.
  4. Numa taça colocar as couves e a cebola escorrida. Juntar o molho e o quase todo o queijo. Misturar bem. Polvilhar com o restante queijo e servir.


Bom apetite!


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Cenouras Salteadas com Sálvia

Depois dos doces e gulosices de aniversário, convém que venham os vegetais. E virão na forma de duas receitas. Esta primeira é para quem gosta de cenoura. Intensamente. A lembrar cenoura assada no forno.

A receita veio daqui.
Ingredientes:
2 cenouras grandes cortadas em viés
1 colher de chá de manteiga
1 colher de chá de azeite
2 colheres de sopa de água
2 colheres de chá de sálvia picada
Sal e pimenta


  1. Derreter a manteiga numa frigideira anti-aderente. Juntar o azeite e aquecer.
  2. Juntar a cenoura e a água, tapar e deixar cozinhar em lume médio-baixo cerca de 10 minutos.
  3. Destapar, aumentar o lume para médio-alto, temperar com sal e pimenta e deixar cozinhar até ligeiramente dourado. Não deixar dourar demais.
  4. Polvilhar com a sálvia picada e servir.

E pronto, é bem simples e sem stresses. Como esta canção:


Bom apetite!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Salada de Batata e Curgete


Se há coisa que eu gostava de poder plantar na minha marquise era courgettes. Infelizmente calha que também gostaria de manter a capacidade de entrar à vontade na marquise, sentar-se nela em boa companhia, fazer uns grelhados, coisas que exigem a existência de algum espaço desimpedido que desconfio que as courgettes não permitiriam.


O que vale é que enquanto a minha horta não deixa a marquise, há quem tenha farmvilles de tamanho real onde as courgettes têm espaço para se desenvolver até ao tamanho de pequenos leitões.


Ingredientes:
Batata pequena em quartos
Courgette em cubos
Milho congelado
Cebola picada
Alho picado
Tomilho, manjericão, sal, azeite e pimenta


  1. Cozer as batatas em água com sal, durante cerca de 8 minutos, para que fiquem cozidas mas firmes.
  2. Numa frigideira refogar a cebola e o alho em azeite. Quando a cebola estiver translúcida, juntar a courgette em cubos, temperar com sal, pimenta e tomilho e deixar cozinhar em lume médio, mexendo de vez em quando.
  3. Juntar o milho, quando a courgette começar a ficar translúcida, deixar cozinhar mais 2-3 minutos.
  4. Juntar a batata escorrida e o manjericão, aumentar o lume para médio forte e deixar a batata e a courgette alourarem, mexendo pouco.

Esta é mais uma daquelas sem quantidades definidas (querem mais courgette ponham mais courgette, querem mais batata, ponham mais batata...). No primeiro dia serviu para acompanhar uma trutas grelhadas. No dia seguintes às sobras juntou-se atum.

Bom apetite.





sexta-feira, 10 de junho de 2011

Cogumelos no Forno com Alho


Às vezes o acaso põe-nos à frente uma receita que automaticamente adere à nossa memória e que durante dias a fio não nos sai da ideia até que lá encontramos o momento certo para a fazer e experimentar. São aquele tipo de receitas que só de olharmos para elas já lhes conseguimos imaginar o sabor. Para mim, é quase certo que uma receita desse tipo estará acompanhada de uma fotografia de crescer água na boca, já que as papilas gustativas da minha imaginação são muito visuais.

Calha então que há umas semanas passei por um blog onde nunca tinha passado e fiquei com esta receita e essas fotos na cabeça durante dias a fio. Mas mesmo agora que já a experimentei, continua na minha cabeça: é que esta receita precisa de ser partilhada e que melhor desculpa há para convidar os amigos para uma petiscada do que uma receita que não nos sai da cabeça?

Ingredientes:

500g de cogumelos frescos inteiros (usei dos castanhos)
2 colheres de sopa de alcaparras escorridas e picadas
3 dentes de alho grandes picados
2 colheres de sopa de azeite
45g de manteiga sem sal
2 colheres de chá de sumo de limão
1/4 de chávena de salsa picada
Sal e pimenta qb
  1. Aquecer o forno a 220ºC. Juntar num tabuleiro os cogumelos, as alcaparras, os alhos, azeite, sal e pimenta. Misturar bem. Cobrir com a manteiga cortada aos pedaços.
  2. Levar ao forno, mexendo de vez em quando (eu devia ter mexido mais vezes, reconheço), durante cerca de 15 a 20 minutos, até o cogumelos dourarem um pouco.
  3. Juntar o sumo de limão e a salsa e servir.
Bom apetite.

sábado, 7 de maio de 2011

Almoço de Páscoa II: Polenta com Parmesão no Forno


Nunca tinha experimentado fazer polenta, que cá por casa é mais frequente e carinhosamente tratada por Papas de Carolo, mas como isso das papas (tal como a polenta o era na Itália) é coisa de gente pobre, o nome que agora tá na moda é o italiano, polenta. Mas adiante, a polenta é feita com carolo (ou sémola) de milho, isto é, uma farinha grosseira de milho. Pode ser servida de várias maneiras: ou cremosa, tipo puré de batata ou consistente, sendo neste caso geralmente fatiada e dourada no forno, na grelha ou por fritura.

A que fiz foi na versão mais consistente, que tem o conveniente de poder ser feita na véspera, deixada no frigorífico para solidificar e depois no próprio dia foi só fatiar e levar ao forno para tostar.

Ingredientes:
250g de sêrmola de milho
1 litro de água
1 cubo de caldo de galinha
1 chávena de parmesão ralado
1 colheres de sopa de manteiga
Sal e pimenta qb

  1. Num tacho levar a água ao lume e quando começar a ferver juntar o caldo e depois a sêmola progressivamente e mexendo sempre para não formar grumos. Baixar um pouco o lume e continuar a mexer até que as papas se comecem a soltar da parede do tacho (pode levar algum tempo, uns 20 minutos...).
  2. Juntar a manteiga, o parmesão, a pimenta e rectificar o sal.
  3. Espalhar a polenta num tabuleiro e levar ao frigorífico até arrefecer.
  4. Quando for para servir, fatiar, dispôr num tabuleiro, polvilhar com mais parmesão e levar ao forno  para tostar no grill, virando depois a polenta para dourar do outro lado.
Bom apetite.

domingo, 27 de março de 2011

Salteado de beringela e courgette



A vida é cheia de mudanças, umas mais esperadas que outras, umas mais desejadas que outras, algumas que nos tiram o tapete debaixo dos pés e essas muitas vezes só passado algum tempo, olhando para trás, percebemos se acabam por nos fazer tirar os pés do chão e voar ou nos fazem estatelar redondos e desamparados.

Mas acompanhando os meus tempos de mudança pessoal, chegou a primavera, os dias incertos de sol, a vontade de sair para a rua e caminhar, as flores, os rebentos, o verde a despontar. E com tudo isso chegou-me um desejo por vegetais.

Ingredientes:
1 courgette pequena
1 beringela pequena
1 cebola roxa grande
1/2 queijo Palhais Mix
6 tomates secos
Azeite qb (usei azeite dos tomates secos)
2 dentes de alho
Sal, pimenta e manjericão fresco

  1. Numa frigideira ou wok aquecer uma fio de azeite. Levar a aquecer os dentes de alho esmagados ou cortados em pedaços grandes. Retirar da frigideira.
  2. Levar ao lume a beringela e a courgette cortadas em rodelas de tamanhos semelhantes, juntamente com a cebola cortada em oitavos e os tomates picados. Temperar com muito pouco sal, pimenta e manjericão. Tapar e deixar saltear em lume médio-forte, mexendo de vez em quando, até os legumes cozerem o suficiente (eu gosto deles ainda um pouco estaladiços).
  3. Retirar do lume, juntar o queijo cortado em pedaços e levar ao grill do forno alguns minutos até o queijo derreter. Polvilhar com o restante manjericão e servir.

Em quinze minutos estava o jantar feito. E que bem que me soube.

Bom apetite.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Tarte de Abóbora e Gorgonzola

Há combinações de sabores que são casamentos feitos no céu, outros são tão tentadores que parecem pecados. A combinação de hoje eu diria que tem o melhor de dois mundos: a abóbora, a  cebola e o queijo fresco combinam suave e harmoniosamente mas depois a salva e o gorgonzola vêm despudoradamente espicaçar esta união.

 Gosto tanto desta combinação que já aqui a usei antes e uso-a com regularidade na versão couscous: a abóbora e a cebola assadas misturadas com couscous e gorgonzola e temperado com manteiga de salva. Mas desta vez para uma reunião de amigos à volta dos petiscos e da passagem do ano ocorreu-me aplicá-la ao conceito de tarte. Pareceu-me no entanto que faria sentido juntar mais um ingrediente: o queijo fresco. Não só porque iria unir os restantes ingredientes e evitar que a tarte ficasse muito seca mas também e especialmente porque vi uma receita de queijo ricotta caseiro que me fascinou pela sua simplicidade. Sim, é verdade, a senhora da foto no link é a Gwineth Paltrow, no seu site, a preparar e tomar o seu brunch com a Ina Garten, mais conhecida como a Barefoot Contessa.


A base veio da receita de massa quebrada do blog Tangerina Aderente e a tarte que fiz tinha cerca de 21cm de diâmetro.

Receita de Queijo Fresco:
Ingredientes:
100ml de natas
200ml de leite
9ml de vinagre de vinho branco
1 pitada de sal

  1. Levar as natas e o leite ao lume com uma pitada de sal. Quando ferver desligar e juntar o vinagre.
  2. Aguardar um ou dois minutos para coalhar. Coar através de um pano. Quanto mais tempo ficar a coar mais denso ficará o queijo (como neste caso ia ao forno e admitamo-lo, eu estava com pressa, não esperei mais que 5 minutos).

Receita da massa quebrada:

Ingredientes:
150g de farinha sem fermento
65g de manteiga sem sal
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de açúcar
75ml de água

  1. Juntar todos os ingredientes numa tigela e com as mãos misturá-los (só o suficiente para formar a massa pois se se amassar muito ficará muito rija depois de cozida).
  2. Espalhar a massa pela tarteira esticando-a com a ponta dos dedos.

Receita da tarte propriamente dita:
Ingredientes:
250g de abóbora manteiga (cortada em cubos)
1 cebola roxa (cortada em oitavos)
30-50g de gorgonzola (ou outro queijo azul)
2 folhas de salva picada
Sal, pimenta, azeite
1 receita de queijo fresco
1 receita de massa quebrada

  1. Num tabuleiro juntar a abóbora, a cebola, um fio de azeite, a salva picada, sal e pimenta. Misturar tudo muito bem e levar ao forno a 190ºC durante 30-40 minutos (até a abóbora começar a dourar).
  2. Entretanto preparar o queijo fresco e enquanto este coa, preparar a massa.
  3. Forrar a tarteira com a massa e sobre esta distribuir o queijo fresco. Por cima distribuir a abóbora e a cebola (separando as várias camadas) que entretanto se tiram do forno.
  4. Levar a tarte ao forno 15 minutos, ou até a base cozer e dourar um pouco.
  5. Tirar do forno  e distribuir vários pedacinhos de queijo gorgonzola por cima (não é preciso muito porque o seu sabor é intenso). O queijo gorgonzola, com o calor da tarte vai acabar por derreter e entranhar-se mais na tarte.

E está feito. Nas fotos a cebola ficou um pouco queimada demais porque lhe separei as várias camadas antes de ir ao forno e além do mais cortei os gomos mais finos do que oitavos. Não é que não soubesse divinalmente mas para sair perfeito, se cortarem só em oitavos ou se separarem só as camadas antes da última ida ao forno o problema deve ficar resolvido.


Bom apetite e bom 2011!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Repolho com molho inglês

De todas as  receitas do Jamie Oliver que experimentei fazer, só houve uma que não gostei. "Savoy cabbage with Worchestershire Sauce" ou em bom português "Repolho com Molho Inglês". Não é que a receita seja má. O que me pareceu é que é uma receita para ingleses e não para o meu palato português destreinado para os sabores tipicamente anglo-saxões. Mas como gosto muito de repolho e a foto que vem no livro está-me sempre a piscar o olho cada vez que o abro, não desisti da receita mas alterei-a para ficar mais a meu gosto. E assim, já gosto muito dela.
Nesta ocasião foi feita para acompanhar um rolo de carne envolto em massa folhada, do qual não partilho a receita porque não fui eu que o fiz. Mas digo já que estava bem bom.

Ingredientes (2-4 pessoas):
300g de juliana de repolho (se usarem as folhas mais escuras e mais rijas convém cortá-las à parte)
50g de alho francês (ou mais conforme o gosto)
1 colher de sopa de molho inglês
2 colheres de chá de molho de soja
1 colher de sopa de manteiga (mais ou menos...)
Azeite, sal e pimenta


  1. Aquecer um pouco de azeite numa firgideira ou wok. Adicionar o alho francês (e evnetualmente a juliana das folhas de repolho mais rijas) e deixar cozinhar cerca de 4 minutos.
  2. Adicionar a restante juliana de repolho e misturar bem com  o alho francês. Temperar com o molhos inglês e de soja e com pimenta e sal (cautelosamente porque o molho de soja já tem bastante). Deixar cozinhar mais 4 minutos, mexendo constantemente.
  3. Rectificar os temperos, retirar do lume, juntar uma colher de manteiga e servir.
Bom apetite!

sábado, 22 de maio de 2010

Beringela e Tomate Assados com Queijo


Quando faço jantar só para mim, geralmente não encontro disposição para "jantares a sério". Disponho-me muito mais depressa a fazer pequenos petiscos para comer em frente à TV, na sala que na cozinha só há rádio (sintonizado no "Bairro do Amor" da Rádio Radar durante a preparação dos jantares de semana...).

A maior parte dos petiscos são aquilo a que eu chamo "comida de solteiro". Improvisações com o que há no frigorífico sem grande memória. Não foi o caso desta vez. Este petisco é um clássico e funciona muito, muito bem. Tão bem que superou as minhas expectativas. A receita em si, veio de muitos sítios e de nenhum em específico.

Ingredientes (1 pessoa):
1/2 beringela pequena
1 tomate cortada em fatias
Queijo de cabra ou misto (usei Saloio Mix)
Manjerição picado
Azeite, sal e pimenta

  1. Cortar a beringela em fatias, untar com azeite, sal e pimenta e saltear ou grelhar até dourar (virando a meio).
  2. Empilhar uma fatia de beringela, uma fatia de tomate, algum manjericão e uma fatia de queijo. Repetir as camadas e terminar com mais algum manjericão.
  3. Levar ao forno a 200º até o queijo derreter e começar a dourar.
Fica muito bom servido com molho de tomate e é um petisco que pode funcionar como uma entrada ou mesmo com um prato principal vegetariano (lacto-vegetariano...). Como a minha intenção não era nem uma nem outra, comi-o com uma salsicha que cortei em rodelas e que levei ao forno no mesmo tabuleiro que a beringela.

Bom apetite!

domingo, 9 de maio de 2010

Cogumelos e Courgette Recheados com Couscous

Assim como quem gosta de passar pelas montras para ver as novas colecções de roupa da estação, eu gosto de passar pelas secções de frutas e vegetais dos supermercados para ver se há novidades. E de vez em quando as novidades são coisas que ainda não conhecia de todo. Foi o caso das courgettes redondas, um cultivar da courgette redondo como uma bola de queijo. Calhou que por feliz coincidência tinha eu ido ao supermercado exactamente pra comprar courgettes para rechear.

A courgette é outro daqueles legumes que é uma amizade recente na minha vida. Conhecia-as primeiro como zuchinis, via Suiça italiana e quase sempre envolvidos em receitas de peperonata, o que para quem não gosta de pimentos é um fraco cartão de visita. Entretanto desisti de lhes chamar zuchinis porque mais ninguém lhes chama assim e comecei também a conhecê-los envolvidos noutras receitas, felizmente.

Em relação aos cogumelos, desta vez usei cogumelos brancos grandes e pequenos, em vez dos Portobello. No entanto gostei mais dos Portobello ou dos pequenos do que dos cogumelos brancos grandes.

Ingredientes:
1 courgette redonda
2 cogumelos grandes ou vários pequenos
1/2 copo de couscous
1/2 copo de água fervente
1/2 cubo de caldo de galinha
1/2 cebola picada
80g de fiambre (não fatiado)
Queijo ralado
Azeite, sal, pimenta, segurelha, tomilho, orégãos

  1. Dissolver o cubo de caldo na água a ferver, juntar o couscous, tapar e deixar repousar 5 minutos. Depois mexer com um garfo para soltar os grãos
  2. Limpar os cogumelos e retirar o pé, reservando-o. Cortar a courgette ao meio e escavar a polpa, reservando-a.
  3. Dissolver uma pitada de sal no azeite e untar os cogumelos e a courgette. Colocá-los num tabuleiro com as cavidades viradas para cima.
  4. Numa frigideira levar a cebola e os cogumelos ao lume num pouco de azeite. Deixar cozinhar e temperar com um pouco de sal e pimenta. Juntar ao couscous.
  5. Picar o fiambre e a polpa da courgette e juntar ao couscous também. Temperar com pimenta, segurelha picada, orégãos e tomilho.
  6. Distribuir o couscous pelas cavidades dos cogumelos e courgette. Finalizar com queijo ralado por cima e levar ao forno cerca de 30 minutos a 200º.

Esta receita facilmente se pode tornar vegetariana omitindo o fiambre e o queijo.
Bom apetite!

sábado, 20 de março de 2010

Salada de Beterraba e Laranja

Ainda em modo "Laranjas a todo o serviço" (depois de me terem dado muitas e muitas laranjas), experimentei fazer uma salada boa para os últimos dias de Inverno ou para os dias de Primavera envergonhada: a beterraba acabada de sair do forno ligeiramente refrescada pela laranja, um cocktail de vitamina C contra as constipações da época.

Ingredientes( como acompanhamento, para 2 pessoas):
2 beterrabas pequenas/médias
1 laranja
1 rama de cebola picada (ou cebolinho picado)
Azeite, vinagre, sal, pimenta

  1. Lavar a beterraba com casca de levar ao forno tapada com papel de alumínio durante 1hora a 180ºC (mais tempo se preferirem bem cozida). Deixar arrefecer um pouco e descascar (pelar) com cuidado. Cortar em fatias.
  2. Descascar a laranja e cortar em fatias. Reservar fatias suficientes para duas colheres de sumo de laranja. Partir as restantes fatias em gomos e juntar à beterraba. 
  3. Numa tigela misturar 2 colheres de azeite, 2 colheres de sumo de laranja, 1 colher de vinagre, sal, pimenta e a rama de cebola picada. Mexer muito bem para emulsificar e adicionar à salada.
  4. Misturar tudo e servir.
Bom apetite!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Pataniscas Mistas

As pataniscas de bacalhau têm adeptos cá em casa e de tempos em tempos eu tomo coragem (coragem por causa da fritura, que é uma coisa que não me encanta) e faço uma travessa delas, que desaparecem muitas vezes em menos tempo do que as levo a fazer.

 
A base deste petisco é um polme de farinha, que o torna muito versátil, podendo todo o seu conceito (tradicionalmente associado ao bacalhau) ser exportado para outros condutos e para o aproveitamento de sobras. Eu já há uns tempos que andava a pensar fazê-las com atum e na semana passada, um post no delicioso blogue de Mafalda Pinto Leite trouxe-me a vontade de experimentá-las também com legumes.

 
Assim, na foto acima temos, no sentido do ponteiro dos relógios e começando na mais à esquerda: patanisca de funcho, patanisca de courgete, patanisca de cenoura, patanisca de atum e patanisca mista (que é a patanisca com um bocadinho de cada uma das anteriores e que foi a minha preferida).


Ingredientes:
2 ovos
150g de farinha
1,5dl de água (de preferência caldo de cozer os legumes; nas de bacalhau uso a água da cozedura deste)
1 cebola picada
Sal, pimenta, salsa, coentros (a salsa parece-me mais tradicional mas eu gosto mais com coentros)

1 lata de atum
1/2 courgete cortada em pedaços (passar 2 minutos pelo micro-ondas para amolecer)
1 cenoura cortada em pedaços e cozida
1/2 bolbo de funcho picado (passar 2 minutos pelo micro-ondas)
  1. Juntar a cebola picada a 1,5dl de água da cozedura da cenoura e deixar arrefecer.
  2. Numa tijela misturar a farinha e os ovos. Temperar com sal e pimenta. Adicionar o caldo já frio, mexendo sempre com uma vara de arames, até obter um polme liso. Juntar os coentros e salsa e rectificar o sal se necessário.
  3. Colocar os condutos em tijelas diferentes e juntar a cada uma a quantidade de polme necessário para os envolver.
  4. Aquecer óleo bem quente numa fritadeira e fritar colheradas das misturas, virando a  meio para dourar dos dois lados. Escorrer bem e servir.
Bom apetite!
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