domingo, 8 de janeiro de 2012

Folhados com creme de abóbora


Nas últimas semanas estive sucessivamente demasiado cansada, ocupada, em trânsito, em festa e doente e assim se foi passando o início do Inverno, o Natal, o final do nefasto 2011 e o começo de 2012. Agora no recobro destas semanas tenho finalmente tempo e energia para tentar recuperar o tempo perdido e como tal, já uma semana pelo Janeiro adentro, fica aqui o post das prendas de Natal desta temporada.

Na maioria dos casos a minha prenda de Natal deste ano foi Creme de Abóbora (com excepção de um ou outro frasco de creme de citrinos, depois de a tentativa de fazer creme de marmelo ter resultado bem em termos de sabor mas mal em aspecto). A receita já a tinha experimentado antes, já a tinha aqui publicado e até a tinha utilizado para rechear o meu bolo de anos mais recente. Desta vez trago-a para a sugestão de recheio de folhados.


Ingredientes:
1 frasco de creme de abóbora
1 pacote de massa folhada congelada (5 placas rectangulares)
1 chávena (tipo de café) de leite com açúcar
Açúcar em pó

  1. Descongelar a massa durante 30 minutos. Dividir cada placa em 3 rectângulos iguais.
  2. Untar um tabuleiro para ir ao forno e dispor os rectângulos de massa folhada. Pincelar o topo de cada um com o leite e levar ao forno a 200ºC até dourarem.
  3. Cortar cada rectângulo ao meio e rechear com o creme.
  4. Polvilhar com o açúcar em pó.
Bom apetite e bom 2012.


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Peixe com laranja e funcho



Para um dia de Outono solarengo, um prato rápido e leve, aquecido pelo calor da laranja e do funcho. Para postas ou filetes, com o peixe que mais gostarem (talvez fique um pouco pesado com salmão, a laranja e o funcho pedem uma base de sabor mais delicado). Uma receita da Austrália...

Ingredientes:
2 postas de peixe (ou filetes)
1 laranja
1 colher de chá de sementes de funcho
Azeite, sal e pimenta

  1. Numa taça juntar raspas da laranja, as sementes de funcho e azeite. Untar o peixe com a mistura e deixar marinar 10 minutos.
  2. Temperar com sal e pimenta e levar a grelhar 3-5 minutos de cada lado ou até dourar e cozer. 

 Os gomos da laranja podem usar para acompanhamento, numa salada ou como neste caso junto com uma arroz de macedónia.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Tarte Folhada de Courgette e Parmesão


Ofereceram-me uma senhora courgette, bem maior do que as que costumo comprar, ao mesmo tempo que me pediram para contribuir com um petisco para uma festa. Como o tempo não era nenhum, ficando o cozinhar do petisco algures entre voltar do trabalho, ir com o carro à Inspecção e a dita festa, resolvi fazer uma tarte rapidíssima e que resultou muito bem, a julgar pelos comentários de quem provou (os meus próprios comentários forma os mais reticentes mas fui calada pela maioria).

A receita é da BBC Good Food e estava nos meus favoritos em lista de espera para a experimentar há muito.

Ingredientes:
1 placa de massa folhada
4 colheres de sopa de requeijão, mascarpone ou ricotta
Courgette qb
2 dentes de alho grandes
50g de parmesão ralado
Azeite, sal, pimenta, tomilho ou manjericão

  1. Forrar um pirex com a placa estendida de massa folhada.  Com o bico da faca marcar um rebordo de 1cm em toda a volta, sem cortar a massa completamente. Picar o centro da massa com um garfo.
  2. Cortar a courgette em fatias, temperá-las com azeite, sal, pimenta, alho picado e tomilho (ou manjericão).
  3. Misturar o requeijão com metade do parmesão e espalhar sobre a massa folhada, excepto no rebordo. Por cima dispor a courgette, parcialmente sobreposta.
  4. Levar ao forno a 200ºC durante 15 minutos. Polvilhar o restante parmesão e levar ao forno mais 15-20 minutos.
O queijo que utilizei foi feito de fresco cá em casa, segundo esta receita já anteriormente posta aqui no blog.

Bom apetite.




sábado, 26 de novembro de 2011

Frango Indiano com Gengibre

Não, o frango não era indiano. Não que eu soubesse, pelo menos. Como é das poucas coisas em que somos mais ou menos auto-suficientes, imagino que fosse português. Mas a receita, essa, veio da India. Literalmente e em vários sentidos: é a primeira receita que experimento de mais uma prenda de anos, o livro Complete Indian Cooking e foi comprado e trazido realmente da Índia, por uma amiga que lá esteve uns 2 meses a trabalhar.

A receita é simples, frango marinado e cozinhado na sua própria marinada, não tem ingredientes difíceis de arranjar e apesar de não ter uma lista infinda de especiarias é cheia de sabor. Para mais a marinada sabe realmente ao que se espera dum prato indiano. Depois de cozinhado, no entanto, o sabor surpreendeu-me: recorda muito aproximadamente as amêijoas à Bulhão Pato. Mas com limão, alho e coentros já mistura, já devia estar à espera.

Ingredientes:
6 coxas de frango
125ml de iogurte natural
1 colher de chá de gengibre fresco ralado
1 colher de chá de tabasco (ou a gosto)
1 colher de sopa de ketchup
1 a 2 dentes de alho esmagados
1 colher de sopa de sumo de limão
1 colher de sopa de coentro picado
1 cebola grande fatiada
Sal e azeite qb

  1. Numa tigela misturar o iogurte com o ketchup, sal, gengibre, alho, sumo de limão, ketchup e metade dos coentros. Colocar o frango num recipiente a marinar com este molho, cerca de 30 minutos.
  2. Entretanto, aquecer o azeite numa frigideira. Juntar a cebola cortada em meia-lua e deixar refogar até estar translúcida.
  3. Juntar as coxas de frango e deixar cozinhar durante 20-30 minutos, até estar bem cozido, mexendo e virando de vez em quando.
  4. Polvilhar com o resto dos coentros e mais algum gengibre ralado ou picado e servir quente.

A receita original era de asas de frango, que ninguém cá em casa gosta, mas pode ser feita com qualquer parte do frango, desde que se adaptem os tempos de cozedura.

Bom apetite.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Tarte de Manga ao Contrário


Uma manga colhida no tempo devido na terra dela, enviada para cá em avião, posta em promoção no supermercado e eis senão quando vem a destemida manga dar-se por presente no meu frigorífico. Bem corada e fragante, arregalava-se-me de cobiça o olho cada vez que o punha nela. Tardava no entanto o momento de pôr-lhe o dente: uma fruta tão airosa e que prometia um tal deleite merecia um final de resplandecente fulgor. Algo singelo, não fosse o seu brilho natural perder-se em convolutos trabalhos: uma tarte só de si, apenas a baunilha lhe retoca o aroma. Cortou-se, enfim, em fatias o prazer, repartiu-se por mãos amigas e por minutos para nós brilhou a nobre manga, com o brilho de quem por fim chega ao prò que nasce.

Ingredientes:
1 manga grande
2 colheres de sopa de açúcar
1/2colher de chá de essência de baunilha
30g de manteiga
1 placa de massa folhada

  1. Untar uma tarteira com a manteiga, espalhar a essência de baunilha e polvilhar com o açúcar.
  2. Descascar e cortar a manga em fatias e cobrir com elas o fundo da tarteira.
  3. Cortar a massa folhada estendida ao tamanho da tarteira e colocá-la por cima da manga, enrolando as pontas para baixo.
  4. Levar ao forno a 200ºC durante 20 minutos ou até a massa estar cozida e dourada.
  5. Tirar do forno e cuidadosamente inverter a tarte sobre um prato, repondo qualquer pedaço de manga que saia do sítio.
Pode-se servir quente com gelado, iogurte ou natas azedas. Ou simples. É óptimo mas tem a tendência para desaparecer em poucos minutos. A receita veio de um livro que me anda a encantar desde que mo ofereceram pelos anos: "Que delícia!" de Caroline Brewester. É a primeira que experimento e vai certamente ser a primeira de muitas.

Bom apetite.

domingo, 20 de novembro de 2011

Panquecas de Marmelo


Foi através da página de Facebook do blog No Soup For You que descobri esta receita da revista Saveur. Assim que a vi fiquei logo entusiasmada a pensar nuns marmelos que havia descoberto dois dias antes a viverem em cima do meu frigorífico (a minha mãe às vezes passa lá por casa e deixa por lá umas coisas e esquece-se de me avisar...). Eu não sou muito de marmelada ou de marmelo assado mas estou sempre disposta a experimentar novos usos para os marmelos, sejam bolos, cremes ou, neste caso, panquecas.

O resultado no entanto foi mediano. De sabor são óptimas, mas saíram todas demasiado húmidas por dentro, ou mesmo cremosas, o que não sendo mau, também não é o que eu pretendo numa panqueca. Mesmo as que fiz em lume mais baixo e deixei cozinhar mais tempo ficaram assim. Acabei por gostar mais delas já frias. Para a próximas (e vai haver próxima de certeza porque congelei parte da massa) vou diminuir a proporção de marmelo para o resto da massa. Há sempre a  possibilidade de a falha ser minha e não da receita: talvez o meu puré de marmelo estivesse mais esmagado do que o que se pretendia, por exemplo.

Em relação à receita original, só fiz uma modificação de vulto: o método de cozedura dos marmelos (cozi a vapor e com casca).

Ingrediente:
2 marmelos cortados aos pedaços
2 estrelas de anis
1 pau de canela
1 cm de gengibre
1/4 chávena de açúcar
1,5 chávenas de leite
2 colheres de manteiga
1 ovo ligeiramente batido
1 chávena de farinha com fermento
1/4 colher d echá de sal
1/4 colher de chá de canela

  1. Na panela de pressão colocar um litro de água, o pau de canela, gengibre e as estrelas de anis. Por cima, no utensílio de cozer ao vapor colocar os marmelos. Levar ao lume cerca de 15-20 minutos. Quando cozido esmagar grosseiramente.
  2. Juntar ao marmelo esmagado o leite, a manteiga derretida e o ovo. Noutra tigela misturar a farinha peneirada, o açúcar, sal e a canela e depois juntar ao preparado de marmelo.
  3. Numa frigideira larga derreter um pouco de manteiga e fritar em levas panquecas de cerca de 2 colheres de sopa, 3 minutos de cada lado. Entre levas juntar mais manteiga à frigideira.
  4. Servir quente polvilhado com açúcar em pó.

A água da cozedura dos marmelos faz um belo sumo ao qual podem juntar o sumo de 2 laranjas, coar e servir fresquinho.

Bom Outono!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Pasta Carbonara com Couve de Bruxelas



Desde que os dois rapazes do excelente The Bitten Word me fizeram descobrir que afinal até gosto de couve de Bruxelas, que não consigo passar pela secção de legumes dos supermercados sem resistir a trazê-las sempre que lá vejo embalagens delas frescas e verdinhas. Lá em casa estamos rendidos.

Para mais, elas ficam sempre bem com bacon, que é outra coisa a que nos rendemos, e daí a pensarmos numa Pasta Carbonara foi um passo. Foi num daqueles dias em que não apetecia cozinhar mas em 15 minutos estava feito um jantar que nos soube maravilhas.

Ingredientes (foi tudo a olho, por isso não vou pôr quantidades):
Esparguete
Bacon em tiras
Couve de Bruxelas cortadas em quartos
1 ovo (por cada 2 pessoas) batido
Queijo parmesão ou Grana Padano ralado
Azeite, sal e pimenta

  1. Cozer o esparguete al dente, em água com sal. Escorrer e reservar um pouco da água de cozedura.
  2. Entretanto numa frigideira aquecer um fio de azeite em lume forte. Juntar o bacon e quando estiver cozido mas ainda não tostado juntar a couve de bruxelas. temperar com sal e pimenta. Deixar tostar sem mexer muito, virando as couves conforme necessário.Quando estiverem tostadas, baixar um pouco o lume e deixar cozinhar 5 minutos, mexendo de vez em quando.
  3. Numa tigela bater o ovo com o queijo ralado. Juntar o esparguete e o ovo com o queijo à frigideira e mexer bem. Se necessário, juntar um pouco da água da cozedura da massa s o molho estiver espesso demais. Deixar cozinhar 2-3 minutos, mexendo bem.
  4. Pode-se servir polvilhado com salsa.
Bom apetite.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Queques de Maçã com Cobertura de Caramelo



Que tragédia! Uma pessoa faz uma gulosice, neste caso uma cobertura de bolo para lá de óptima a saber a caramelo, sobra imenso e depois tem de andar a pensar onde é que vai utilizar o restante que entretanto congelou. Depois toca de pensar em coisas gulosas e quando dá por si está na cozinha a abrir a porta ao forno e a tirar lá de dentro uns queques de maçã. E pior! Como se fizeram poucos queques ainda sobrou mais cobertura... Lá vou ter de pensar noutra gulosice qualquer... Ai ai...

Ingredientes para 6 queques:
1 maçã picada fininho
125 de iogurte
120g de açúcar amarelo
150g de farinha para bolos
50ml de óleo
1 ovo batido
50g de manteiga
noz moscada e canela

  1. Derreter a manteiga numa frigideira. Juntar a maçã picada e deizar cozinhar aqté começar a dourar. Juntar canela e noz moscada a gosto. Reservar.
  2. Misturar o iogurte com o açúcar amarelo. Incoroporar a farinha. Juntar o óleo e o vo, homogeneizar e por fim juntar a maçã.
  3. Levar ao forno a 180ºC durante 20minutos ou até um palito sair seco quando espetar um queque no centro.
Bom apetite.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Pá de Porco com Mostarda e Arroz de Rúcula




Quando se tem alguém em casa que não gosta de espinafre, vai-se progressivamente chegando à conclusão que o espinafre dá jeito para muita coisa: é uma bela maneira de acrescentar uns verdes a muitos pratos, desde sopas a lasanhas, por exemplo. Dou por mim a pensar como os subsituir mas até agora nenhuma das substituições que experimentei (grelos, nabiça, agrião) me tinha satisfeito por terem um sabor mais intrusivo do que o do espinafre. Desta vez resolvi experimentar a rúcula, que em salada crua tem um sabor um pouco forte a lembrar a mostarda e o teste foi feito sob a forma de arroz. Para mim, foi o vencedor até agora: no arroz o sabor torna-se mais súbtil e muito agradável. A técnica é um pouco diferentedo habitual, com a rúcula a ser só adicionada no final da cozedura, o que faz com que fique cozida mas ainda com alguma textura (o que para mim é um bónus).

Não sei como responde a rúcula a uma cozedura mais demorada mas hoje vou descobrir: sai uma lasanha de bacalhau com rúcula para o jantar!

Ingredientes (a refeição foi para duas pessoas):
Arroz qb
Caldo de galinha ou vegetais (2x o volume do arroz)
3 dentes de alho picado
1/2 cebola picada
50g de rúcula
10-15 folhas de mangericão picadas
1 folha de louro
Azeite, sal e pimenta qb

  1. Aquecer azeite num tacho e refogar a cebola com o alho picado. Quando a cebola estiver translúcida juntar a folha de louro e o caldo de galinha. Deixar ferver.
  2. Quando ferver juntar o arroz, mexer e deixar retomar a fervura em lume forte. Quando ferver, baixar o lume para o mínimo, tapar o tacho e deixar cozer 12 minutos.
  3. Desligar o lume, juntar a rúcula e o mangericão, misturar tudo e tapar 5 minutos para acabar de absorver os líquidos e cozinhar a rúcula.
A acompanhar o arroz (ou vice-versa) assei uma fatia grossa de pá de porco no forno, marinada com mostarda.

Ingredientes:
1 fatia grossa de pá de porco
2 colheres de chá de mostarda de Dijon
4 dentes de alho
1 dl de vinho do Porto branco
Azeite, sal e pimenta qb
Sálvia picada, a gosto

  1. Temperar a pá de porco com a mostarda, o vinho, o alho esmagado, a sálvia, sal, pimenta e um fio de azeite. Deixar marinar 2-4horas ou idealmente de véspera.
  2. Colocar a carne num tabuleiro, juntamente com algum azeite e os líquidos da marinada. Levar ao forno até cozinhar e dourar (30 minutos, dependendo da grossura da fatia). Se necessário juntar mais água ou vinho.
Bom apetite.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Bolo de Especiarias com Recheio de Abóbora e Laranja e Cobertura de Caramelo


(Trinta) anos, que tolo! 
Ainda se os desfizesse, 
Mas fazê-los não parece 
De quem tem muito miolo!* 

Trintinha e não trintona, já dizia um amigo... E foram mesmo trinta velas, já que este ano ao contrário do que me é costume, apeteceu-me celebrar como quem sabe que a vida é um milagre incerto. E também como quem pressente há muitos anos que os trinta vão ser a melhor década da minha vida.
Para comemorar como deve ser, para além de amigos e família, não pode faltar o bolo. Estamos no final de Outubro e não há como deixar o Outono lá fora, por isso quis trazê-lo até à boca nos sabores do meu bolo de aniversário. Assim vieram as especiarias (a canela, o gengibre, o anis), veio a abóbora, vieram as laranjas e por fim, a rematar como a proverbial cereja no topo do bolo, veio a riqueza do caramelo.




O bolo em si veio do Smitten Kitchen apenas lhe acrescentei a olho a canela e o anis moído. Por qualquer motivo ambos os bolos (este é um bolo de duas camadas, portanto ao forno vão dois bolos iguais que depois se sobrepõem) abateram um pouco quando saíram do forno. Poderá ter sido por a receita original usar farinha para bolos sem fermento e depois juntar o fermento à parte e cá só se arranjar farinha para bolos com fermento (talvez as concentrações de fermento sejam diferentes). O que é certo é que o abatimento resolveu a questão do nivelamento: fiquei com dois bolos direitíssimos, sem qualquer cúpula que fosse preciso corrigir e a textura ficou muito agradável, húmida e nada seca (eu não aprecio nada a textura dos pães-de-ló secos...).

O recheio foi um creme de abóbora com laranja que já havia testado há umas semanas atrás, tipo um curd, feito com abóbora manteiga previamente assada. Tem um sabor subtil, nada enjoativo onde se notam bem tanto a abóbora como a laranja e ainda um toquezinho de gengibre.

Por fim a cobertura, da qual me sobrou ainda um tupperware inteiro, que congelei, e hei-de usar em queques um destes dias, é um buttercream ao estilo italiano, uma emulsão de claras, açúcar e manteiga, mas neste caso feito com caramelo. É um pecado de manteiga é certo, mas como qualquer bom pecado vale o seu peso em prazer. A técnica veio daqui, onde se podem ver muitas dicas passo-a-passo (e no final também, a desmistificação do processo ao mostrarem como é difícil fazer com que corra mal)  mas os ingredientes e quantidades vieram da Martha Stewart. Usei essas quantidades mas depois de decorado o bolo sobrou cerca de um terço da receita.

E com a preguiça de quem fez anos e está de fim-de-semana prolongado, deixo-me o privilégio de não escrever aqui nenhuma das receitas, remetendo os possíveis interessados para os links que vos deixei. ;-p

Bom Outono e bom apetite!

*Adaptado de João de Deus
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