quinta-feira, 8 de março de 2012

Pizza de Brócolos e Bacon

Uma das coisas em que noto a maturidade (eufemismo para a PDI) a actuar é nesta minha necessidade crescente de incluir sempre uns vegetais em tudo o que faço de comidas. Eu não era assim... Não era, não! Mas tem sido progressivo, sem esforço nem intenção e hoje dou por mim a gostar de verduras e legumes de que nunca pensei vir a gostar. Digo-vos, se um dia começar a gostar de feijão, favas ou grão declaro-me pronta para a reforma por excesso de madureza. Isso e se um dia entrar numa onda do fanatismo do saudável e das dietas do legume xis que cura o pé-de-atleta e o mau olhado da vizinha e coisas que tais. Mas para já, enquanto a minha identidade não se me esvai numa qualquer demência sénior, a verdade verdadinha é que um vegetal não pode faltar mas cá para mim, não há comida hiper-saudável que um bocado de bacon não resolva.

Juntando o melhor dos dois mundos sobre um pedaço de pão, saiu uma pizza caseira para aconchegar o fim-de-semana que passou.

Ingredientes

500g de farinha de trigo
325ml de água tépida
10g de fermento de padeiro fresco
10g de sal
1 colher de sopa de azeite

Molho de tomate (eu fiz o meu com polpa, cebola, alho e orégãos)
1 mancheia de bacon em tiras
2 mancheias de mozzarella ralada
1 mancheia de mistura de queijos ralados
1 cabeça de brócolos pequena (cortada em pedaços)
Manjericão picado

  1. Dissolver o fermento na água, juntar com o sal e a farinha e misturar. Juntar o azeite e amassar até ficar macio e flexível. Deixar repousar coberto até dobrar de tamanho.
  2. Estender a massa (dá para duas pizzas médias redondas ou uma grande rectangular). Espalhar o molho de tomate pela base, depois o manjericão e a mozzarella.
  3. Distribuir pela pizza o bacon, os brócolos e por fim a mistura de queijos.
  4. Levar ao forno bem quente até o queijo derreter e começar a dourar (e a massa estar cozinhada).
A receita da massa é baseada no livro de bolso "Bread" do River Cottage.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Fatias de Morango


Quando comecei a fazer o blog, fi-lo porque sou muito esquecida. Na cozinha gosto de experimentar receitas, não pelo desafio que representem ou algo assim mas apenas porque a gula me faz salivar, mas já sei que se dali a umas semanas quiser voltar a fazer já não me lembro. Tenho uma ideia... mas ao certo ui, sei lá já bem como é que era! O blog serve de recordatório muito mais eficaz que o livro de receitas manuscrito e para mais posso conjugar cada receita com a sua imagem, não vá eu ficar desmemoriada de vez e já nem me lembrar qual era a cara da comida.

Agora, o chato disto é mesmo o ter de parar para tirar as fotografias. Não é que eu não goste de fotografar: gosto bastante apesar de só contar com uma máquina compacta mui modesta. Mas quando estamos a salivar e temos mais gente a salivar ao nosso lado, não calha nada bem isto de pormos a comida no prato e depois "pára tudo!" que ainda vou tirar umas fotos antes. Por isso é que geralmente me saiem fotos de pratos despenteados como este, em que a fatia se desmoronou ligeiramente a caminho do prato e eu já não tive paciência para tirar outra mais certinha. Está a fatia mal alinhada? Está. Mas estava boa? Eh pá, bem boa. Siga!

Estas fatias apesar de serem servidas morninhas, a mim sabem-me a verão e bom tempo. Já as tinha feito com amoras silvestres, desta vez fi-las com morango, que ele já anda por aí um bocadinho por todo o lado. Ainda não estão no auge mas que bem que sabem: é como reencontrar um bom amigo que esteve uns meses ausente. Agora estou desejosa que os meus na marquise tenham fruto (flor já têm) para repetir a dose. Acompanhadas duma bola de gelado, de preferência. Uhm... nham... ai a saliva...

Ingredientes:
115g de manteiga (+ alguma para untar)
1 chávena de açúcar (+ algum para polvilhar)
1 chávena de farinha com fermento
1 chávena de leite
2 chávenas de morangos aos pedaços

  1. Derreter a manteiga no microondas. Usar a restante para untar uma forma.
  2. Numa tigela misturar o açúcar, a farinha e o leite. Juntar por fim a manteiga e misturar bem.
  3. Verter a mistura na forma. Distribuir os morangos pela mistura.
  4. Polvilhar o topo com açúcar e levar ao forno a 180ºC, durante cerca de 30 minutos ou até ficar dourado e borbulhante.
A receita original é da Pioneer Woman e indica 1h como tempo de cozedura mas das duas vezes que a fiz não levou mais que 30 minutos. É bem doce, por isso se preferirem podem cortar no açúcar sem problemas.

Bom apetite e bom fim-de-semana.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Pak Choi com Camarão

Finalmente as couves pak choi da minha horta renderam uma refeição! Ultrapassaram para isso dois dos meus grandes handicaps em termos de produções hortícolas: primeiro, o facto de viver num apartamento; segundo e muito importante, para o meu gato tudo o que é verde e não se mexe é para comer (incluindo cactos). O primeiro resolveu-se com o uso da marquise virada a sudeste, o segundo teve de se resolver com o uso de uma rede e assim lá foram crescendo as couves que sobreviveram ao apetite do gato.

Pelos supermercados não se costuma encontrar destas couves, de folha miúda, caule grosso e sabor um pouco azedo. São boas salteadas, apenas o suficiente para as folhas murcharem e o caule ficar mais suave mas ainda estaladiço. Se as tivesse de substituir, pelo sabor, fá-lo-ia por nabiças, grelo de nabo ou agrião.

Ingredientes:
2 chávenas de camarão descongelado e descascado
1/2 cebola picada
1-2 dentes de alho picados
1 cm de gengibre
1 colher de sopa de molho de ostra
1/2 colher de sopa de molho de soja escuro
1/2 colher de sopa de molho de soja claro
1 molho de couve pak choi
1 colher de sopa de sementes de sésamo
Azeite e mistura de pimentas

  1. Num wok aquecer o fio de azeite. Refogar a cebola cerca de 1 minuto. Juntar o gengibre ralado e o alho e refogar mais 2 minutos.
  2. Juntar o camarão e refogar até cozer. Temperar com a pimenta, os molhos de ostra e de soja e misturar.
  3. Juntar as couves, misturar e deixar cozinhar até as folhas murcharem e os caules amolecerem um pouco. Juntar as sementes de sésamo e servir com arroz branco.
Se tiverem arroz de véspera, podem juntá-lo no final e fritá-lo até ficar absorver os sabores e ficar aquecido homogeneamente. 

Bom apetite.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Costeletas de Porco com Molho Balsâmico


Para acompanhar com as batatas precedentes e com uma versão simplificada desta salada de couve roxa (sem roquefort nem bacon nem pão, só a couve e os temperos) fiz estas costeletas de porco baseadas numa receita da Mafalda Pinto Leite, que tem uns livros de culinária dos quais gosto muito.

Ingredientes:
4 costeletas
2 colheres de sopa de azeite
5 colheres de sopa de vinagre balsâmico
1/2 colher de chá de maizena
Azeite, sal, pimenta, tomilho

  1. Com uma faca afiada fazer uns riscos na carne. Temperar com o sal, pimenta e tomilho. Deixar repousar.
  2. Aquecer um pouco de azeite numa frigideira em lume médio. Quando estiver quente fritar a carne dos dois lados até dourar (cerca de 3 minutos de cada lado).
  3. Regar a carne com o vinagre, virando as costeletas para as cobrir dos dois lados e deixar cozinhar até o vinagre estar quase todo evaporado. Reservar as costeletas.
  4. Juntar 3 colheres de sopa de água à frigideira, mexendo bem e para dissolver o molho. Juntar a maizena e deixar levantar fervura até engrossar um pouco. Servir com a carne.
 
Bom apetite.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Batatas com Parmesão



Acho sempre curioso que é aos dias da semana, quando o tempo mais me escasseia, que me apetece cozinhar. Ou não tanto que me apeteça cozinhar mas que me apeteçam uns jantares mais compostos, talvez porque um dia de trabalho precise de algo confortável como recompensa ao fim do dia. Aos fins de semana, especialmente aqueles passados a molengar pela casa, a vontade dá-me mais pras sandochas, petisquinhos e sopa.

Quando calha a vez das batatas serem o acompanhamento eleito (o que não acontece muito comparando com o arroz e as massas, principalmente o arroz), estas devem ser as que mais vezes faço: ficam muito macias por dentro, saborosas e crocantes por fora e, sempre essencial para uma noite de semana, não dão trabalho nenhum e são rapidíssimas.

Ingredientes:
Batatas de cozer
Parmesão ralado qb
3-4 dentes de alho
Azeite, sal, pimenta, rosmaninho, louro

  1. Cozer as batatas com casca e cortadas aos quartos em água com sal e uma folha de louro, cerca de 10 a 12 minutos. Escorrer.
  2. Num tabuleiro temperá-las com pimenta, azeite e rosmaninho e colocá-las com a casca para baixo. Espalhar os dentes de alho esmagados (com ou sem casca) entre elas e polvilhá-las com parmesão.
  3. Levar ao grill do forno 8 ou 10 minutos até corarem.
Geralmente sirvo-as com costeletas ou bifanas, que grelho enquanto elas coram no forno. São práticas para jantares de grupo trabalhosos, porque se podem cozer com antecedência e corar antes de servir. Também são boas sem o parmesão.

Bom apetite.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Mexilhões à Moda de Goa


Aproveitando a ausência de quem não gosta do cheiro do caril e muito menos do gosto, decretei unilateralmente, cá em casa, a Semana da Índia. Há uns meses ofereceram-me este livro de cozinha indiana e eu ainda não tinha tido muita oportunidade de explorá-lo para além desta receita de frango. E como a Índia não é só caril, vou dedicar-me aos outros sabores ainda inexplorados pelo meu palato. Hoje dedico-me ao mexilhão. Amanhã virá o cogumelo.

Ingredientes (da receita original, a qual adaptei para menor quantidade e miolo de mexilhão congelado):
 900g de mexilhão vivo
115g de creme de coco
450ml de água a ferver
1 cebola picada
3 dentes de algo esmagado
2,5cm de raiz de gengibre picada finamente
1/2 colher de chá de açafrão das Índias
1 colher de chá de cominhos moídos
1 colher de chá de coentro moído
Óleo, sal e coentro fresco qb

  1. Arranjar o mexilhão. (Ou no meu caso, descongelá-lo...)
  2. Misturar o creme de coco com a água a ferver, mexer bem para dissolver e reservar.
  3. Aquecer o óleo no wok, juntar a cebola e fritar 5 minutos mexendo constantemente. Juntar o gengibre e o alho e fritar mais 2 minutos. Depois juntar o açafrão, os cominhos, o coentro moído e o sal e fritar outros 2 minutos.
  4. Juntar o coco, mexer bem e deixar levantar fervura. Diminuir o lume e deixar cozinhar 5 minutos.
  5. Juntar os mexilhões, cozinhar 6-8 minutos.
  6. Servir com o molho por cima e polvilhar com coentros frescos picados.
Bom apetite!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Frango com Pesto Rosso


Ainda faltam uns mesinhos para voltarem as saladas de tomate da época, com aquele tomate bem vermelho e guloso, temperadas só com sal e azeite e muito manjericão picadinho. O tomate fora de época não se compara de todo em termos de sabor e eu já estava com saudades, por isso fui pedir ajuda ao sabor muito concentrado do tomate seco. Talvez seja este ano que no Verão me decida a fazer uma fornada dele para me alegrar o próximo Inverno.

Ingredientes:
4 coxas de frango (usei desossadas para cozinharem mais depressa e temperarem melhor)
10 tomates secos
1 mancheia de manjericão
2 colheres de sopa de queijo Grana Padano ralado
1 colher de sopa de pinhão
2 dentes de alho
2 colheres de sopa de azeite
1 cálice de vinho branco
Sal, pimenta e azeite qb

  1. Temperar o frango com sal (se o tomate seco que usarem for muito salgado não usar sal) e pimenta e reservar enquanto se prepara o pesto.
  2. Numa picadora juntar os tomates, o manjericão, o pinhão, o alho, o queijo e o azeite. Picar tudo até formar uma pasta. Provar e se necessário adicionar mais de algum ingrediente para equilibrar o sabor a gosto.
  3. Numa frigideira aquecer bem um fio de azeite e fritar as coxas de ambos os lados em lume alto para dourarem. Reservar.
  4. Na mesma frigideira juntar o vinho branco e deixar reduzir. Baixar o lume para médio-baixo. Juntar o pesto e um pouco de água (ou caldo de galinha) e quando começar a ferver juntar novamente o frango e tapar. Deixar cozer, virando de vez em quando para absorver os sabores dos dois lados.
Bom apetite!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Robalo Salteado com Ervas



Com a Primavera precoce que temos tido (sim, eu sei que finalmente vêm aí uns dias de Inverno) anda a marquise cheia de ervinhas boas para aproveitar. Calha que ontem havia dois robalos em promoção no supermercado que olharam para mim com os seus pequeninos e esbugalhados olhos de peixe e quase que juro que me disseram: "Ouve lá, isso das ervas aromáticas é fixe? Não nos queres esfregar umas quantas aqui no lombo?". Eu nem sou muito dessas intimidades com desconhecidos mas realmente as ervas aromáticas são fixes e se não fossem nos robalos iam caminhar pro congelador por isso lá lhes fiz a vontade.

Ingredientes:
Filetes de 2 robalos
Azeite, sal e pimenta
Mistura de ervas aromáticas frescas (usei cebolinho, manjericão, salsa e tomilho)
Sumo de limão
Farinha qb

  1. Temperar os filetes com sal, pimenta e as ervas picadas.
  2. Deixar a marinar no frigorifico enquanto se preparam os acompanhamentos. Eu fiz puré de batata e cenoura e ervilhas cozidas em vinho branco e louro e com uma noz de manteiga no final.
  3. Aquecer azeite numa frigideira antiaderente. Passar os filetes (só no lado da pele) pela farinha. Quando o azeite estiver bem quente colocar os filetes com a pele para baixo até dourar (2-3 minutos) e depois virar e deixar dourar do outro lado (2-3-minutos).
Bom apetite.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Tiramisù de Ananás (sem ovos)

Adoro a receita de tiramisù que há uns anos atrás uma co-estagiária italiana me passou mas neste fim-de-semana, ao precisar de uma sobremesa rápida para levar a um jantar, resolvi pegar no básico do tiramisù, simplificá-lo e torná-lo mais fresca. A ideia inicial era para ser de pêssego mas só quando fui concretizá-la descobri que afinal a lata que tinha na despensa era de ananás. Enfim, todos os meus problemas fossem esse.

O resultado ficou a lembrar os bolos de anos de ananás, por isso quem gostar deles também vai gostar desta sobremesa.

Ingredientes:
1 pacote de natas
2 colheres de sopa de açúcar branco
2 colheres de açúcar mascavado
250g de mascarpone
180g de palitos la reine
1 lata de ananás
1 cm de gengibre

  1. Dispôr os palitos no fundo dum pirex de modo a cobri-lo. Verter sobre os palitos metade do sumo da lata de ananás.
  2. Levar o restante sumo ao lume com o açúcar mascavado e o gengibre até reduzi-lo à consistência de xarope. Reservar.
  3. Bater as natas com o açúcar branco até obter chantilli. Juntar o mascarpone e incorporar. Espalhar a mistura sobre os palitos.
  4. Verter no topo o xarope aleatoriamente e decorar com ananás aos pedaços (para facilitar o corte da sobremesa ao servir).
  5. Reservar no frigorífico pelo menos 2h (ou idealmente de um dia para o outro).
Bom apetite.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Bolachas de Laranja e Papoila


O meu prédio tem o melhor condomínio da minha rua. Nem me espantaria que fosse mesmo o melhor da cidade. Mesmo tendo o prédio uma ovelha tresmalhada, coisa que, aliás, qualquer prédio tem direito a ter (direito, se não for mesmo condição inerente à existência de um prédio), as coisas correm sempre sem percalços. Tanto é que, e não acredito que haja por aí muita gente que possa dizer o mesmo, eu gosto imenso de ir às reuniões de condomínio e venho de lá sempre bem disposta.

Já há uns tempos que saía das reuniões, que são geralmente dominicais e matutinas, com vontade de para a próxima levar umas bolachinhas, mas ainda não o tinha feito, não fosse a vizinhança pensar que eu seria maluquinha. Desta vez perdi a vergonha e fiz mesmo as bolachinhas para levar. E afinal não sou maluquinha ou não sou a única, que tendo eu avisado que ia levar bolachas, logo apareceu que trouxesse chá e café e assim hoje houve reunião com direito a coffee break. E perdendo-se a vergonha inicial, já ficou no ar um convívio de vizinhos para tempo mais primaveril. Isto às vezes o que é preciso é mesmo dar o primeiro passo.

E digam lá, não é uma maravilha ter boa vizinhança? Se os vossos merecem (porque são bons) ou precisam (porque deviam ser melhores) que tal partilharem com eles um docinho? Quem sabe se a bolachinha da vizinha não faz milagres?

A receita veio do blog Joy the Baker, mas por intermédio do delicioso blog Technicolor Kitchen.

Ingredientes:
280g de farinha de trigo
1/2 colher de chá de sal
1/2 colher de chá de fermento em pó
140g de manteiga sem sal
200g de açúcar
1 ovo e 1 gema
1 colher de chá de aroma de baunilha
1,5 colheres de sementes de papoila
Raspas de 2 laranjas grandes

  1. Numa tigela juntar o açúcar com as raspas de laranjas. Com as pontas dos dedos esfregar até todo o açúcar ficar laranja. Noutra tigela bater com a batedeira a manteiga à temperatura ambiente até amolecer e depois juntar o açúcar. Bater 2 minutos até fazer creme, juntar o ovo e gema, bater mais um pouco e por fim juntar a baunilha.
  2. Noutra tigela peneirar a farinha com o sal e o fermento e juntá-los ao creme progressivamente e batendo apenas até incorporar.
  3. Dividir a massa ao meio e formar dois cilindros (é mais fácil envolvendo em papel vegetal ou celofane) com cerca de 4cm de diâmetro. Tapar as pontas e deixar 2 horas no frigorífico ou 30 minutos no congelador.
  4. Com uma faca afiada cortar os cilindros em fatias de cerca de 6mm e levar ao forno a 180ºC cerca de 10 minutos num tabuleiro untado ou forrado (deixar algum espaço entre bolachas). Virar a meio o tabuleiro para tostarem por igual.
 
Bom apetite e boa vizinhança.

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