domingo, 10 de junho de 2012

Gambas com Limão e Alecrim


Os Santos, o sol, o cheiro a mar e a areia quente, a esplanada, os amigos, os petiscos, as tardes mais longas, passo a passo o Verão está a crescer e a instalar-se para daqui a muito pouco vestir as roupas oficiais com todo o mérito.

Ingredientes:
500-750g de camarão descascado
100g de manteiga em pedaços
1 limão médio-grande
50ml de molho inglês
3 dentes de alho picados
1 colher de sopa de alecrim picado
Sal, pimenta, molho picante ou malagueta (opcional)


  1. Numa frigideira derreter a manteiga em lume médio-alto. Juntar o alho e o alecrim picados. Em seguida juntar o sumo do limão e a casca do mesmo cortado em rodelas ou quartos. Por fim juntar o molho inglês e o picante e deixar fervilhar um pouco.
  2. Juntar o camarão, temperar com sal e pimenta e deixar cozinhar durante 3 ou 4 minutos até cozer. Servir com pão, para aproveitar o molho.

A receita original é do site da Martha Stewart, com ligeiras adaptações nas quantidades. A mim levou-me um pouco mais tempo a cozer porque a frigideira era pequena para todos os camarões estarem em contacto com o fundo ao mesmo tempo: para a próxima usarei uma maior. Os camarões foram descascados mas deixei a cabeça porque, há que admitir, chupar as cabeças faz parte do que há de bom em comer camarões. Se não deixarem podem usá-las para fazer caldo, que também é bem bom.

Bom apetite.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Queques de Banana e Iogurte


Sozinha em casa num dia chuvoso, embrenhada na arrumação do escritório, arriscando ficar soterrada sob o saco quase da minha altura dos papéis (lixo) que se foram acumulando desnecessariamente ao longo de um ano e quem sabe só daqui a uma semana alguém dar pela minha falta (como se a minha mãe, tia ou o homem da casa não me ligassem todos os dias...). Mereço uma guloseima, não?

Que seja de banana não é de todo inocente: quando as comprei amarelinhas e frescas, já as imaginava enegrecidas e para lá de maduras a pedirem como derradeiro golpe de misericórdia o quentinho do forno.


Ingredientes para 6 queques (medidos no copo do iogurte)
1 iogurte de cereais
1+3/4 copos de farinha com fermento
1/2 copo de açúcar
1/2 copo de óleo
1 banana grande esmagada
1 ovo grande
Canela e cardamomo em pó, a gosto


  1. Numa tigela misturar o ovo, a banana esmagada, o iogurte e o óleo. Noutra peneirar a farinha e juntar com o açúcar e as especiarias. Juntar lentamente os ingredientes secos aos húmidos, incorporando-os só até estarem misturados.
  2. Distribuir por formas de queques, untadas se necessário e levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 20-25 minutos. Deixar repousar 5 minutos e desenformá-los.
Bom apetite.


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Arroz de Abóbora e Cogumelos


E quem é que precisa de Bimbis para fazer o jantar todo num só tacho? Os arrozeiros cá de casa não precisam certamente. :-P

Este ano resolvi semear uma aboboreira na marquise. O meu problema, com o facto de ser uma marquise, é o espaço: nem tenho espaço para ter uma planta que se alargue muito, cresça a trepar por todo o lado e que precise de muito espaço para onde esticar as suas raízes, como também não me convém uma planta com potencialidade para ter frutos de vários quilos. Optei por uma aboboreira de abóboras mini (Jack Be Little): mesmo assim vai trepar (e se correr como planeado ocupar uma parte de uma dos estendais que tenho mas ao menos é compatível com a vida num vaso e os frutos para além de comestíveis são pequenos e muito decorativos. E agora que chegou a Primavera em força e que tenho a aboboreira cheia de flor, lembrei-me que também ainda tenho muita abóbora no congelador.

Ingredientes:
Arroz qb para 4
400g de abóbora em cubos pequenos
250g de cogumelos frescos fatiados
100g de bacon em tiras
1 cebola pequena
2-3 dentes de alho
1 malagueta grande ou pimenta cayenne
Sal, azeite, pimenta e sálvia qb



  1. Num tacho aquecer um pequeno fio de azeite. Juntar o bacon e deixar dourar. Retirar o bacon e reservar.
  2. Refogar a cebola e o alho e depois juntar os cogumelos em lume médio forte. Temperar com sal, pimenta, sálvia e malagueta picadas (sem veios nem sementes). Deixar cozinhar até a água dos cogumelos evaporar.
  3. Juntar a abóbora em cubos pequenos.
  4. Quando a abóbora estiver a começar a amolecer juntar o arroz. Deixar fritar um ou dois minutos e depois juntar água (o dobro do volume do arroz). Quando levantar fervura, baixar o lume e tapar. Deixar cozer 12 minutos e deixar repousar tapado mais 5 minutos.
  5. Juntar o bacon frito e mexer bem o arroz com um garfo.

Bom apetite.







terça-feira, 1 de maio de 2012

Páscoa: Pá de Borrego com Alecrim


Cada vez que faço borrego não consigo deixar de recordar o dia em li numa revista de culinária a explicação sobre a diferença entre cabrito e borrego. Dizia a publicação que um borrego era até aos 6 meses, a partir dos 6 meses chamava-se cabrito. Achei-lhe tanta piada que na altura até scaneei para recordação.

 Enfim, mas voltando ao borrego em questão(que neste caso foi pascal, mas só agora chegou ao blog), esta é a receita ideal para quem tem um almoço de família para montar sem ajuda e precisa de algo que por assim dizer se faça sozinho e que resulte como se tivesse dado muito trabalho. A receita é do Jamie Oliver e a foto dele é bem mais apresentável que a minha.

Ingredientes (4 pessoas):
1 pá de borrego
Alecrim em ramo a gosto
1 cabeça de alho
Azeite, sal, pimenta

-para o molho:
1 colher de sopa de farinha
400ml de caldo de galinha ou vegetais
2 colheres de sopa de alcaparras picadas
2 colheres de sopa de vinagre de vinho tinto
Hortelã qb

  1. Ligar o forno no máximo. Colocar num tabuleiro metade dos ramos de alecrim e do alho (inteiro) espalhados pelo fundo. Fazer alguns golpes no borrego, untá-lo com azeite, sal e pimenta.
  2. Colocar o borrego sobre o alecrim e o alho e por cima dele dispôr o restante alecrim e alho. Cobrir bem o tabuleiro com papel de alumínio.
  3. Colocar no forno e reduzir a temperatura para 170ªC. Deixar cozinhar cerca de 4 horas (o meu levou 3h30 mas a pá tinha golpes muito profundos correspondentes às porções para as 4 pessoas).
  4. Tirar do forno. Enrolar a carne em papel de alumínio e numa toalha e deixar repousar. Entretanto extrair do tabuleiro a maior parte da gordura e os talos do alecrim.
  5. Juntar a farinha aos molhos da carne que ficaram no tabuleiro e levá-lo ao lume no fogão. Juntar o caldo e deixar ferver, misturando bem. Juntar as alcaparras e deixar reduzir em lume médio. No final juntar a hortelã picada e o vinagre e servir como acompanhamento à carne.
Boa primavera e bom apetite.



sábado, 28 de abril de 2012

Panquecas de Cebolo



Há receitas que um dia se nos atravessam à frente e nunca mais nos saem da memória. Andamos uns dias a pensar em fazê-las, a matutar com quem vamos partilhá-las, a escolher a melhor ocasião. Quando finalmente temos as desculpas perfeitas e as pomos em prática duas coisas podem acontecer: ou ficamos com essa comichão coçada e seguimos em frente ou essa primeira coçadela perpetua o prurido e logo após vermos o prato vazio começamos a pensar com quem mais gostaríamos de partilhar aquela comida.

Aconteceu-me com uma receita de cogumelos, há uns tempos e agora voltou a acontecer-me quando vi no Delicious Days uma receita de umas panquecas que me deram vontade de meter a mão pelo monitor adentro para me poder servir delas. Não eram umas panquecas doces de pequeno-almoço ou lanche domingueiro. Era uma panquecas salgadas, como que folhadas, de sabores asiáticos. Prometiam. E agora cumpriram.

Em pesquisas posteriores descobri que são uma receita clássica de um aperitivo asiático. A técnica que usam é aparentada da técnica da massa folhada, mas com menos trabalho. O "laboratório" do Serious Eats destrinça a técnica em pormenor e isso deu uma grande ajuda. Assim os ingredientes são do Delicious Days mas a técnica é mista com a do Serious Eats.

O cebolo (a cebola jovem antes de formar bolbo) pelo menos aqui pros meus lados é mais facilmente comprado nos mercados e nas casas de produtos agrícolas que nos supermercados. Mas o que usei na verdade foram cebolas japoneses que semeei na minha marquise. O lado bom é que cortando em vez de arrancar a planta, passado pouco tempo já voltou a crescer, como o cebolinho. Mais panquecas...!

Ingredientes:
200g de farinha
1 colher de chá de sal
125ml de água
3 cebolos picados
2 colheres de sopa de óleo de sésamo

  1. Peneirar a farinha e misturar com o sal. Ferver a água e aos poucos juntá-la à farinha, mexendo. Amassar até formar uma massa uniforme e macia tipo pasta. Formar uma bola, tapar com um pano húmido e deixar repousar pelo menos 30 minutos.
  2. Dividir a massa em 8 bolas. Numa superfície enfarinhada espalhar uma delas com o rolo da massa até formar um disco. Pincelar a superfície com óleo de sésamo. Enrolar o disco de massa em forma de canudo e depois enrolá-lo sobre si mesmo tipo caracol (como na segunda foto).
  3. Voltar a esticar a massa com o rolo, pincelar novamente com óleo de sésamo e desta vez espalhar o cebolo picado por cima. Voltar a enrolar e a esticar a massa. Reservar.
  4. Fazer o mesmo ao resto da massa. Podem-se ir empilhando as panquecas entremeadas com papel vegetal. Se necessário é uma boa fase para refrigerar ou mesmo congelar a massa para uma casião futura.
  5. Aquecer numa frigideira e em lume médio óleo suficiente para cobrir o fundo mas não para ultrapassar a altura das panquecas. Fritar uma de cada vez, mexendo-as regularmente e virando a meio, até dourarem dos dois lados.
Podem-se servir com molho para mergulhá-las, um que usei foi uma mistura de molho de soja com molho mirin, alho, sementes de sésamo e mais cebolo picado. 


quinta-feira, 8 de março de 2012

Pizza de Brócolos e Bacon

Uma das coisas em que noto a maturidade (eufemismo para a PDI) a actuar é nesta minha necessidade crescente de incluir sempre uns vegetais em tudo o que faço de comidas. Eu não era assim... Não era, não! Mas tem sido progressivo, sem esforço nem intenção e hoje dou por mim a gostar de verduras e legumes de que nunca pensei vir a gostar. Digo-vos, se um dia começar a gostar de feijão, favas ou grão declaro-me pronta para a reforma por excesso de madureza. Isso e se um dia entrar numa onda do fanatismo do saudável e das dietas do legume xis que cura o pé-de-atleta e o mau olhado da vizinha e coisas que tais. Mas para já, enquanto a minha identidade não se me esvai numa qualquer demência sénior, a verdade verdadinha é que um vegetal não pode faltar mas cá para mim, não há comida hiper-saudável que um bocado de bacon não resolva.

Juntando o melhor dos dois mundos sobre um pedaço de pão, saiu uma pizza caseira para aconchegar o fim-de-semana que passou.

Ingredientes

500g de farinha de trigo
325ml de água tépida
10g de fermento de padeiro fresco
10g de sal
1 colher de sopa de azeite

Molho de tomate (eu fiz o meu com polpa, cebola, alho e orégãos)
1 mancheia de bacon em tiras
2 mancheias de mozzarella ralada
1 mancheia de mistura de queijos ralados
1 cabeça de brócolos pequena (cortada em pedaços)
Manjericão picado

  1. Dissolver o fermento na água, juntar com o sal e a farinha e misturar. Juntar o azeite e amassar até ficar macio e flexível. Deixar repousar coberto até dobrar de tamanho.
  2. Estender a massa (dá para duas pizzas médias redondas ou uma grande rectangular). Espalhar o molho de tomate pela base, depois o manjericão e a mozzarella.
  3. Distribuir pela pizza o bacon, os brócolos e por fim a mistura de queijos.
  4. Levar ao forno bem quente até o queijo derreter e começar a dourar (e a massa estar cozinhada).
A receita da massa é baseada no livro de bolso "Bread" do River Cottage.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Fatias de Morango


Quando comecei a fazer o blog, fi-lo porque sou muito esquecida. Na cozinha gosto de experimentar receitas, não pelo desafio que representem ou algo assim mas apenas porque a gula me faz salivar, mas já sei que se dali a umas semanas quiser voltar a fazer já não me lembro. Tenho uma ideia... mas ao certo ui, sei lá já bem como é que era! O blog serve de recordatório muito mais eficaz que o livro de receitas manuscrito e para mais posso conjugar cada receita com a sua imagem, não vá eu ficar desmemoriada de vez e já nem me lembrar qual era a cara da comida.

Agora, o chato disto é mesmo o ter de parar para tirar as fotografias. Não é que eu não goste de fotografar: gosto bastante apesar de só contar com uma máquina compacta mui modesta. Mas quando estamos a salivar e temos mais gente a salivar ao nosso lado, não calha nada bem isto de pormos a comida no prato e depois "pára tudo!" que ainda vou tirar umas fotos antes. Por isso é que geralmente me saiem fotos de pratos despenteados como este, em que a fatia se desmoronou ligeiramente a caminho do prato e eu já não tive paciência para tirar outra mais certinha. Está a fatia mal alinhada? Está. Mas estava boa? Eh pá, bem boa. Siga!

Estas fatias apesar de serem servidas morninhas, a mim sabem-me a verão e bom tempo. Já as tinha feito com amoras silvestres, desta vez fi-las com morango, que ele já anda por aí um bocadinho por todo o lado. Ainda não estão no auge mas que bem que sabem: é como reencontrar um bom amigo que esteve uns meses ausente. Agora estou desejosa que os meus na marquise tenham fruto (flor já têm) para repetir a dose. Acompanhadas duma bola de gelado, de preferência. Uhm... nham... ai a saliva...

Ingredientes:
115g de manteiga (+ alguma para untar)
1 chávena de açúcar (+ algum para polvilhar)
1 chávena de farinha com fermento
1 chávena de leite
2 chávenas de morangos aos pedaços

  1. Derreter a manteiga no microondas. Usar a restante para untar uma forma.
  2. Numa tigela misturar o açúcar, a farinha e o leite. Juntar por fim a manteiga e misturar bem.
  3. Verter a mistura na forma. Distribuir os morangos pela mistura.
  4. Polvilhar o topo com açúcar e levar ao forno a 180ºC, durante cerca de 30 minutos ou até ficar dourado e borbulhante.
A receita original é da Pioneer Woman e indica 1h como tempo de cozedura mas das duas vezes que a fiz não levou mais que 30 minutos. É bem doce, por isso se preferirem podem cortar no açúcar sem problemas.

Bom apetite e bom fim-de-semana.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Pak Choi com Camarão

Finalmente as couves pak choi da minha horta renderam uma refeição! Ultrapassaram para isso dois dos meus grandes handicaps em termos de produções hortícolas: primeiro, o facto de viver num apartamento; segundo e muito importante, para o meu gato tudo o que é verde e não se mexe é para comer (incluindo cactos). O primeiro resolveu-se com o uso da marquise virada a sudeste, o segundo teve de se resolver com o uso de uma rede e assim lá foram crescendo as couves que sobreviveram ao apetite do gato.

Pelos supermercados não se costuma encontrar destas couves, de folha miúda, caule grosso e sabor um pouco azedo. São boas salteadas, apenas o suficiente para as folhas murcharem e o caule ficar mais suave mas ainda estaladiço. Se as tivesse de substituir, pelo sabor, fá-lo-ia por nabiças, grelo de nabo ou agrião.

Ingredientes:
2 chávenas de camarão descongelado e descascado
1/2 cebola picada
1-2 dentes de alho picados
1 cm de gengibre
1 colher de sopa de molho de ostra
1/2 colher de sopa de molho de soja escuro
1/2 colher de sopa de molho de soja claro
1 molho de couve pak choi
1 colher de sopa de sementes de sésamo
Azeite e mistura de pimentas

  1. Num wok aquecer o fio de azeite. Refogar a cebola cerca de 1 minuto. Juntar o gengibre ralado e o alho e refogar mais 2 minutos.
  2. Juntar o camarão e refogar até cozer. Temperar com a pimenta, os molhos de ostra e de soja e misturar.
  3. Juntar as couves, misturar e deixar cozinhar até as folhas murcharem e os caules amolecerem um pouco. Juntar as sementes de sésamo e servir com arroz branco.
Se tiverem arroz de véspera, podem juntá-lo no final e fritá-lo até ficar absorver os sabores e ficar aquecido homogeneamente. 

Bom apetite.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Costeletas de Porco com Molho Balsâmico


Para acompanhar com as batatas precedentes e com uma versão simplificada desta salada de couve roxa (sem roquefort nem bacon nem pão, só a couve e os temperos) fiz estas costeletas de porco baseadas numa receita da Mafalda Pinto Leite, que tem uns livros de culinária dos quais gosto muito.

Ingredientes:
4 costeletas
2 colheres de sopa de azeite
5 colheres de sopa de vinagre balsâmico
1/2 colher de chá de maizena
Azeite, sal, pimenta, tomilho

  1. Com uma faca afiada fazer uns riscos na carne. Temperar com o sal, pimenta e tomilho. Deixar repousar.
  2. Aquecer um pouco de azeite numa frigideira em lume médio. Quando estiver quente fritar a carne dos dois lados até dourar (cerca de 3 minutos de cada lado).
  3. Regar a carne com o vinagre, virando as costeletas para as cobrir dos dois lados e deixar cozinhar até o vinagre estar quase todo evaporado. Reservar as costeletas.
  4. Juntar 3 colheres de sopa de água à frigideira, mexendo bem e para dissolver o molho. Juntar a maizena e deixar levantar fervura até engrossar um pouco. Servir com a carne.
 
Bom apetite.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Batatas com Parmesão



Acho sempre curioso que é aos dias da semana, quando o tempo mais me escasseia, que me apetece cozinhar. Ou não tanto que me apeteça cozinhar mas que me apeteçam uns jantares mais compostos, talvez porque um dia de trabalho precise de algo confortável como recompensa ao fim do dia. Aos fins de semana, especialmente aqueles passados a molengar pela casa, a vontade dá-me mais pras sandochas, petisquinhos e sopa.

Quando calha a vez das batatas serem o acompanhamento eleito (o que não acontece muito comparando com o arroz e as massas, principalmente o arroz), estas devem ser as que mais vezes faço: ficam muito macias por dentro, saborosas e crocantes por fora e, sempre essencial para uma noite de semana, não dão trabalho nenhum e são rapidíssimas.

Ingredientes:
Batatas de cozer
Parmesão ralado qb
3-4 dentes de alho
Azeite, sal, pimenta, rosmaninho, louro

  1. Cozer as batatas com casca e cortadas aos quartos em água com sal e uma folha de louro, cerca de 10 a 12 minutos. Escorrer.
  2. Num tabuleiro temperá-las com pimenta, azeite e rosmaninho e colocá-las com a casca para baixo. Espalhar os dentes de alho esmagados (com ou sem casca) entre elas e polvilhá-las com parmesão.
  3. Levar ao grill do forno 8 ou 10 minutos até corarem.
Geralmente sirvo-as com costeletas ou bifanas, que grelho enquanto elas coram no forno. São práticas para jantares de grupo trabalhosos, porque se podem cozer com antecedência e corar antes de servir. Também são boas sem o parmesão.

Bom apetite.
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