domingo, 23 de dezembro de 2012

Horta na Marquise


Hoje mudei de divisão da casa: fui da cozinha para a marquise. E comigo foi o gato, claro, que sempre que eu vou para a marquise, segue-me a trote na esperança de poder comer umas verduras. Há uns dois anos comecei a experimentar plantar umas coisinhas cá em casa.

 Não tinha paciência para flores ou plantas ornamentais e até então só tinha tido cactos. Bastantes. Por isso comecei por umas ervinhas de cheiro e tomate. Entretanto já me passaram pela marquise várias ervas e legumes, vários sucessos e tragédias, várias pragas e mezinhas.

Até agora a maior das ameaças à horta foi mesmo o gato, que acha que tudo o que é verde e não se mexe é sobremesa e das boas. Acabei por ter de a limitar geograficamente e pôr-lhe uma rede à laia de muralha. Resultou, ainda que em desespero o gato tenha tentado alternativas. Tipo tentar comer os cactos.


Este ano, agora que estamos no Solstício de Inverno, tenho coentros e manjericão. O tomilho foi-se, numa fase pós-praga de mosca branca e ainda não arranjei outro. O cebolinho e a sálvia morreram-me ao fim de 2 anos e as sementes que tenho não pegam nem por nada.

Tenho 2 alfaces que estão a começar a ganhar volume. Algumas acelgas, umas já bem adiantadas e outras ainda a começar. Uma couve frisada que apesar de escanzelada, está um bom passo mais à frente de todas as tentativas anteriores, que nunca passaram da fase das 4 folhas antes de morrerem.

As cenouras dão-se sempre mas geralmente não me crescem muito. Desta vez plantei menos a ver como corre comm mais espaço entre elas. Até me nasceram algumas em vasos onde não pretendia...

A rúcula vai crescendo, devagarinho mas a passo firme. O agrião de jardim rebenta em tempo recorde: semeia-se num dia, passado umas 30 horas já tá tudo rebentadinho.

Tenho umas cebolas japonesas ainda do ano passado. São daquelas que não formam bolbo, ficam assim tipo cebolos. No mesmo vaso pus uns pedaços de batata grelados e um deles nasceu e deu origem a uma pé de batateira que está a crescer pra cima como se fosse um pé de feijão mágico. Estou curiosa para ver se depois é só fogo de vista ou se aparecerem umas batatinhas.

Tenho alguns pés de aneto mas alguns estão com um problema de oidio: o tempo tem estado quente e húmido e os fungos adoram.

Por fim, tenho uma pimenteira Cayenne e dois pés de Pimiento del Piquillo.

Isto da horta é sempre uma aventura, agora está bonito, daqui a um mês não se sabe como vai estar: umas coisas viçosas, outras a definhar, uma praga disto, uma praga daquilo, este ano corre isto bem, pro ano corre outra coisa melhor. Uma aventura, lá está, uma aventura ora calma ora em rebuliço.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Salteado de Salsicha com Couve de Bruxelas


Já confessei aqui a minha paixão assolapada por couve de Bruxelas? Já? Bem, então confesso mais uma vez. É uma daquelas paixões que são ainda mais intensas por terem sido precedidas por um período de aversão. Um longo período de aversão. Um período que medido a olho há-de andar na casa dos 25 anos. Felizmente a idade abriu-me outras perspectivas e com elas trouxe o gosto por chocolate bem negro, bróculos e... tcharam... couve de Bruxelas.

O próximo passo, no que aos gostos que a idade me trará diz respeito, será a couve-flor. É só preciso a receita certa. Alguém recomenda alguma? Algum(a) amante de couve-flor que se chegue à frente e me diga que receita do pálido vegetal usaria para convencer alguém a partilhar dessa paixão, se faz favor.

Ingredientes (esta é daquelas sem quantidades, é tudo a olho):
Salsicha fresca
Batata cortada aos cubos
Couve de Bruxelas
Azeite, óleo, sal e pimenta


  1. Abrir as salsichas frescas, descartar a pele e separar grosseiramente o conteúdo. Levar ao lume numa frigideira e deixar cozinhar. Retirar do lume, preservando a gordura na frigideira.
  2. Colocar na frigideira as couves de Bruxelas cortadas ao meio com a face cortada para baixo e deixar cozinhar em lume médio-alto até tostar.
  3. Entretanto cozer ou fritar as batatas em cubos (eu fritei na Actifry, mas memso assim o mais saudável seria cozê-la).
  4. Juntar a salsicha e as batatas à frigideira, temperar com um pouco de sal e pimenta e saltear em lume forte mais uns minutos até a salsicha dourar um pouco.


Dei-me conta que tinha um problema no envio de comentários, por isso mudei para um sistema sem a segurança daquelas imagens de números e letras esquisitos mas com necessidade de aprovação de mensagens. A ver se corre melhor. :-)

Bom apetite.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Frango com Cerveja, Mel e Mostarda

Uma confissão: cá em casa as cervejas duram e duram e duram e um dia acabam por passar de prazo muito antes de nós conseguirmos despachar um six-pack. Ainda as tentamos oferecer aos amigos quando vêm cá a casa mas mesmo assim não lhes damos vazão (aliás, geralmente são os amigos os culpados de termos um six-pack para gastar. Por isso de vez em quando lá vou usando uma nalgum guisado ou noutra receita, como é o caso desta.

Ingredientes:
4 peitos de frango
3 colheres de sopa de cebola picada finamente
1/2 chávena de cerveja
1 colher de sopa de mostarda com grão
1 colher de sopa de mel
2 colheres de sopa de salsa picada
Azeite, sal e pimenta

  1. Aquecer um pouco de azeite numa frigideira grande, em lume médio-alto.
  2. Temperar o frango com sal e pimenta e juntá-lo à frigideira, deixando cozinhar cerca de 6 minutos de cada lado até cozer. Retirar e reservar quente.
  3. Juntar a cebola à frigideira e deixar refogar até translúcida. Juntar a cerveja, a mostarda e o mel. Mexer bem e deixar reduzir cerca de 3 minutos até ficar mais ou menos meia chávena de molho. 
  4. Retornar o frango à frigideira, virando para envolver no molho. Retirar do lume e polvilhar com salsa.

Bom apetite!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Salada de Cenoura e Funcho



Há livros que nos surpreendem. Um destes dias, sem ocupação e com tempo para matar (para matar tempo, nada mais, não me incriminem, que não fui eu), pus-me a folhear um livro que não era meu: Diabetes - O Livro de Cozinha. Não tendo diabetes, nem alguma expectativa em relação ao livro, a verdade é que passado uns minutos dei por mim a apontar várias receitas para experimentar. 

Ingredientes (ligeiramente adaptados):
2 cenouras grandes
1 laranja grande
1 bolbo de funcho pequeno
1 mancheia de agrião (usei agrião de jardim, da minha farmville de marquise)

6 colheres de azeite extra-virgem
2 colheres de sopa de sumo de limão
2 colheres de sopa de sumo de laranja
1 colher de chá de mel
Sal e pimenta


  1. Descascar as cenouras. Com o descascador cortar as cenouras em fitas.
  2. Cortar o funcho em meias-luas muito finas. Juntar com a cenoura.
  3. Dividir a laranja em segmentos (sempre com uma tigela por baixo para aparar o sumo para aproveitar para o tempero). Tirar-lhes a pele e dividi-los em pedaços. Juntar à cenoura, juntamente com o agrião.
  4. Numa tigela misturar os temperos, bem misturados. Se necessário, dependendo da doçura da laranja, acrescentar mais sumo de limão. Verter sobre a salada e misturar bem.

Gostei imenso desta salada, servia com frango e arroz e hei-de voltar a fazê-la sem dúvida.

Bom apetite!

sábado, 24 de novembro de 2012

Bolo de Abóbora e Especiarias


Eu sou uma resistente ao Halloween. Não é que não lhe ache graça, não é que não adore o Jack Skellington, não é que não seja quase no meu dia de anos. É só que é giro enquanto tradição alheia mas adoptá-lo cá já me parece falso e forçado.

Não foi por isso, no entanto, que deixei de dar sacos de pipocas aos putos que cá vieram bater à porta (poucos é certo, apenas dois, mas mesmo assim e com pena minha foram dois a mais do que os cá vieram bater no dia seguinte pelo "pão por deus"). E não foi por isso que deixei de gostar muito de ver iluminada uma abóbora entalhada que me ofereceram para a minha festa de anos.


Foi essa abóbora que agora veio dar origem a este bolo, adaptado a partir desta receita. E foi mais ou menos como a outra história, a da Gata Borralheira, em que a abóbora se transforma numa linda carruagem. Mas se a fada madrinha fosse gulosa como eu, a Gata Borralheira tinha ficado era em casa a comer este bolo e a beber cházinho ou leite branco e o Príncipe que se desengomasse sozinho. Assim como assim toda a gente sabe que os Príncipes Encantados são uns sonsos que não lembram e mais tarde, já reis, quando enviúvam, casam com megeras que ordenam a caçadores que matem criancinhas em florestas sombrias. Quanto mais não vale uma fatia de bolinho!


Ingredientes:
1 chávena de açúcar refinado
1 chávena de açúcar amarelo
225 g de manteiga
3 ovos
¾ de chávena de abóbora assada em puré
1 chávena de natas ácidas
1 colher de chá de aroma de baunilha
2 + ¾ de chávena de farinha sem fermento
2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de sal

1 colher de sopa de canela em pó
½ colher de chá de noz moscada
1 estrela de anis pequena moída
Raspa de meia laranja

  1. Aquecer o forno a 180ºC. Untar uma forma com buraco.
  2. Bater o açúcar com a manteiga até ficar um creme leve (como leva açúcar amarelo nunca fica tão cremoso).
  3. Juntar os ovos um a um, batendo até incorporar.
  4.  Juntar a abóbora, as natas ácidas, a baunilha e a raspa de laranja, batendo sempre.
  5. Juntar a farinha aos poucos, o bicarbonato, sal, as especiarias.Incorporar bem.
  6. Levar ao forno cerca de 60 minutos.

Depois de arrefecer um pouco, desenformar e deixar arrefecer completamente. Pode ser decorado com um pouco de glacé. meste caso usei glacé de laranja: dissolvi cerca de 1/2 chávena de açúcar em pó em 2 colheres de sopa de sumo de laranja juntamente com a raspa de meia laranja.  Depois foi só pingar por cima do bolo.

Para o puré de abóbora levei ao forno um pedaço de abóbora com casca (que ficou virada para cima), untado com um pouco de azeite e depois passei na varinha mágica.

O bolo em si ficou muito fofo, nada seco e muito saboroso.

Bom apetite!

Salada de Couve de Bruxelas e Cebola Roxa


Já lá ia bem mais que uma semana que andava com vontade de comer couve de Bruxelas, em grande parte por causa desta receita. Calha que por ironia do Universo, assim que me deu tal desejo parece que houve um buraco negro que sugou tudo o que era couve de Bruxelas dos supermercados nos 20km em redor da minha pessoa. E olhem que a minha pessoa cobre por cada viagem para o trabalho 65km de distância. São muitos os supermercados e hipers que se me atravessam no caminho e nenhum nessa semana tinha para venda as benditas couves.

Pareceu-me cá a mim que havia de ser um efeito qualquer duma conjunção astrológica e admito que se na semana antes uma qualquer secção de astrologia de um jornal ou revista tivesse tido a simpatia de avisar  que seria uma má semana para um escorpião comer couves de Bruxelas, não só eu teria passado a reconhecer todo um outro valor a essa "ciência" que desconheço, como teria poupado algum tempo perdido.

Mas pronto, lá acabei por encontrar as couves de Bruxelas e em menos de um ápice (ou mais correctamente, em duas receitas) lá se foram elas. E que bem me souberam.

200g de couves de Bruxelas
1/2 cebola vermelha
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de mel
1 colher de chá de mostrada com grão
sumo de 1 limão
1/2 chávena de queijo ralado
Sal e pimenta



  1. Picar a cebola em fatias muito finas e pô-las de molho em água.
  2. Picar as couves em juliana fina e separar as folhas.
  3. Numa tigela misturar muito bem o azeite, mostarda e mel. Juntar o sumo de limão, primeiro metade e depois ir juntando o resto até ficar a gosto. Temperar com sal e pimenta.
  4. Numa taça colocar as couves e a cebola escorrida. Juntar o molho e o quase todo o queijo. Misturar bem. Polvilhar com o restante queijo e servir.


Bom apetite!


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Cenouras Salteadas com Sálvia

Depois dos doces e gulosices de aniversário, convém que venham os vegetais. E virão na forma de duas receitas. Esta primeira é para quem gosta de cenoura. Intensamente. A lembrar cenoura assada no forno.

A receita veio daqui.
Ingredientes:
2 cenouras grandes cortadas em viés
1 colher de chá de manteiga
1 colher de chá de azeite
2 colheres de sopa de água
2 colheres de chá de sálvia picada
Sal e pimenta


  1. Derreter a manteiga numa frigideira anti-aderente. Juntar o azeite e aquecer.
  2. Juntar a cenoura e a água, tapar e deixar cozinhar em lume médio-baixo cerca de 10 minutos.
  3. Destapar, aumentar o lume para médio-alto, temperar com sal e pimenta e deixar cozinhar até ligeiramente dourado. Não deixar dourar demais.
  4. Polvilhar com a sálvia picada e servir.

E pronto, é bem simples e sem stresses. Como esta canção:


Bom apetite!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Pizza Alsaciana (Flammkuchen)



Domingos ao jantar cá em casa é dia de pizza. Dá pouco trabalho (mesmo que se tenha de amassar uns minutos), é barato (geralmente ou aproveito para gastar restos ou uso aparas de charcutaria) e sabe bem (principalmente no sofá frente a um filme).

Neste último domingo havia para gastar uma embalagem de natas ácidas (compradas no Aldi, que publicito só porque não conheço outro supermercado que as vendam) que me sobrou da minha festa de aniversário e a ideia de fazer esta "pizza" típica da Alsácia partiu daí.


A massa é a que uso habitualmente, seguindo a receita do livro Bread - The River Cottage Handbook e o resto foi feito seguindo mais ou menos as indicações do blog Smitten Kitchen.






Ingredientes:
500g de massa de pizza
1 cebola grande (cortada em meia lua)
100g de bacon em tiras
1/2 chávena de natas ácidas
1/2 chávena de requeijão
Sal, pimenta, noz moscada

  1. Levar ao lume numa frigideira o bacon até começar a dourar mas sem deixar muito estaladiço. Retirar os pedaços de bacon.
  2. Na frigideira anterior (se necessário tirar o excesso de gordura com papel absorvente), levar a cebola ao lume médio-baixo até ficar mole e começar a caramelizar, cerca de 10-15 minutos. Temperar com pimenta e uma pitada de noz moscada.
  3. Enquanto isso,  numa tigela misturar o requeijão com as natas ácidas, até minimamente homogeneizado. Temperar com um pouco de sal (pouco, por causa do bacon).
  4. Esticar a massa com o formato desejado (dá para duas pizzas médias ou uma familiar rectângular). Espalhar a mistura do queijo por toda a superfície e depois pôr a cebola e o bacon.
  5. Levar ao lume a 220ºC durante 10-15 minutos até a base tostar.
Bom apetite.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Mini-tartes de Framboesa


Podia-se pensar que teria sido preciso vir para cá o Starbucks para haver cafés catitas com preços exorbitantes para aquilo que vendem mas não, já muito antes havia um café catita nato no nosso canto da jangada de pedra que tinha umas tartes excepcionalmente catitas a um preço exorbitante para o seu tamanho e conteúdo: uma base de massa areada, um tipo de creme de pasteleiro e 3 framboesas no topo. Houve no entanto um dia que, incauta por ignorar o preço, reparei que uma dela estava-se a rir pra mim e pedi uma. Para azar da minha carteira, a tarte que apenas parecia catita, era na verdade magistral. Fiquei apaixonada.

Depois de um certo namoro e ao fim de alguns encontros, comecei que pensar em convidá-la lá para casa e torná-la minha, só minha, toda minha... essa lengalenga toda. Mas a comida sabe melhor num relacionamento aberto e decidi então convidá-la antes para a minha festa de anos e partilhá-la com muita gente.

Esta é então a minha versão das ditas tartes, adaptadas a um tamanho mais jeitoso para servir de petisco doce.

Base: Massa Areada (receita de Michel Roux, pate sucrée)
250g de farinha sem fermento
100g de manteiga sem sal (aos cubos e temperatura ambiente)
100g de açúcar em pó peneirado
2 ovos médios (temperatura ambiente)
1 pitada de sal


  1. Fazer um montinho com a farinha com uma cova ao meio. Colocar no centro a manteiga, açúcar e sal e com a ponta dos dedos começar a misturá-los. Progressivamente ir incorporado a farinha, com a ponta dos dedos até ficar uma espécie de areia.
  2. Fazer novamente uma cova e juntar os ovos. Continuar a misturar com a ponta dos dedos até incorporar os ovos e a massa ganhar alguma coesão. Quando já der para formar uma bola, amassar um pouco com as palmas da mão até ficar macio. Formar dois rolos com o diâmetro das bases pretendido, envolver em película aderente e refrigerar (1-2horas).
  3. Retirar do frio, um rolo de cada vez. Cortar em fatias com 1 cm de espessura e colocá-las ou em formas de queques ou directamente num tabuleiro forrado ou untado. Fazer uma depressão ao centro, cobrir cada rodela de massa com pedaços de papel vegetal e com alguns feijões e levar ao forno a 180º até cozinhar e começar a dourar, cerca de 10 minutos. Deixar arrefecer completamente.

Creme: Creme de Pasteleiro (adaptado da Vaqueiro)
3 dl de leite
20g de manteiga sem sal
100g de açúcar
1 colher de sopa de amido de milho
1 colher de chá de aroma de baunilha
1 raspa de limão
3 ovos

  1. Levar o leite ao lume com a manteiga até levantar fervura. Enquanto isso noutro tacho misturar o açúcar com o amido e os ovos. Juntar o leite quente progressivamente, mexendo com uma vara de arames.
  2. Juntar a raspa de limão e a baunilha e levar a lume brando, mexendo sempre até engrossar. deixar arrefecer.

Mini-tartes (cerca de 25-30):
Bases de massa areada
Creme de pasteleiro
Framboesas
Açúcar em pó

  1. Colocar o creme num saco de pasteleiro (ou num saco de sandes e cortar uma das pontas). Preencher a cavidade de cada base de massa areada com o creme.
  2. Por cima do creme colocar uma framboesa. Polvilhar com açúcar em pó e servir.

Bom apetite.







terça-feira, 6 de novembro de 2012

Pipocas de Caramelo


Nhac, nhac, nhac... ficámos todos a pipocar. Não no cinema, onde se eu mandasse eram trocadas por gelado. Mas lá por casa, nos meus anos. No meio de tudo o que se comeu foi o que mais me entusiasmou. Não que eu seja muito pipoqueira, que não sou, tanto que deve ter sido a segunda vez que fiz pipocas em toda a vida. Mas que à segunda tenham saído as melhores pipocas que já comi, foi uma muito agradável surpresa. Oh pá, agora se calhar já não há caminho de volta e vão começar a voar pipocas cá em casa com frequência.

A receita usa milho de pipocas normal, que deve ser feito como de habitual numa panela ao lume com um pouco de óleo e depois temperadas com sal. Provavelmente também deve dar para fazer com outros tipos de pipocas (de microondas, por exemplo). A receita de molho de caramelo que usei é do site Savory Sweet Life.

Ingredientes

1 taça grande de pipocas salgadas
2 chávenas de açúcar
1/2 chávena de água
3/4 chávena de nata (morna)
2 colheres de sopa de manteiga sem sal

  1. Numa frigideira anti-aderente levar ao lume médio-alto o açúcar com a água. Aguardar sem mexer que as bordas começem a ganhar uma coisa âmbar escura e retirar do lume, mexendo para que não queime.
  2. Mexendo sempre juntar 1/2 chávena de natas e a manteiga (com cuidado porque vai ferver). Mexer até dissolver qualuqer cristalização que haja e por fim juntar o resto da nata.
  3. Deixar arrefecer um pouco. Enquanto isso espalhar as pipocas num tabuleiro forrado com papel vegetal. Verter o molho de caramelo por cima das pipocas e com a ajuda de colheres e pau misturar tudo grosseiramente.
  4. Levar ao forno a 140ºC durante 30minutos. Deixar arrefecer no tabuleiro e depois transferir para a taça separando grosseiramente as pipocas.

Digo-vos ficam finamente estaladiças e a combinação do molho de caramelo com o sal das pipocas é de comer até a taça ficar vazia.

Bom apetite.
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