sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Sopa de Brócolos



Uma sopinha não só para entremear com os posts de sobremesas (tenho mais um ou dois posts doces em espera e o colesterol aos pulos) mas sobretudo para marcar o dia em que descobri que toda a minha vida andei a escrever mal a palavra brócolos. De tal modo estou atordoada com o choque que ainda me custa escrevê-la sem um Uzinho que seja (era bróculos, que eu andava a escrever). Sinto-me como aquelas pessoas que um dia descobrem que toda a vida andaram a pronunciar mal uma palavra que aprenderam por leitura (ainda a semana passada vi um episódio do How I met Your Mother sobre este assunto).

Ingredientes:
2 cabeças de brócolos (separar floretes e picar os talos)
1 cebola picada
1 alho francês picado
2 batatas médias em cubos
50g de massa pequena (usei de letras)
2 fatias de bacon picadas
sal, pimenta, azeite qb

  1. Num tacho aquecer o azeite e refogar a cebola, alho francês e os talos dos brócolos, durante 4-5 minutos.
  2. Juntar água qb e a batata em cubos, depois de levantar fervura, deixar ferver em lume médio-baixo durante 10 minutos. Triturar tudo e temperar com sal e pimenta.
  3. Juntar a massa, deixar ferver cerca de 8 minutos, até a massa estar só parcialmente cozida. Juntar os floretes dos brócolos, e deixar cozer 4 minutos.
  4. Servir com bacon picado miudinho.

Bom apetite.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Bolo de Pêra e Cardamomo


No ano passado houve uma noite em que à última da hora antes de um jantar no meu dia de anos, num dia de muito trabalho (véspera de festa de anos), decidi que ia fazer um pequeno bolo (simples, de baunilha e especiarias) em vez de comprar um para levar para o restaurante. Massa do pequeno bolo feita, toca de metê-lo no forno e ala pro banho que se fazia tarde. Saio do banho, vou espreitar o forno para ver como estava a correr a coisa e eis que se me acende uma luz no cantinho dos esquecimentos dentro da mente, daquelas tipo neon, a catrapiscar e a dizer FERMENTO! Pois, tinha-me esquecido de pôr fermento no bolo.

Tarde de mais pra fazer outro, tarde demais pra comprar um, os meus amigos iam ter de se conformar a um bolo pouco crescido e paciência... estava eu a pensar no exacto momento em que as mãos se me tropeçam no processo de desenformar e o bolo se parte em duas meias luas (um quarto crescente e um minguante). Bolas, o que vale é que eu já estava a ficar atrasada demais para ter tempo para me preocupar muito e vai de colá-lo com creme de caramelo que me havia sobrado das pipocas, uns enfeites de chantilli aqui e ali para disfarçar e lá seguiu.

Seguiu e contas feitas, gostei tanto da textura (consistente, a meio caminho entre um bolo e a base das tartes de amêndoa) e dos sabores (especiarias e caramelo) que fiquei a tirar a medida para voltar a fazê-lo com uns retoques (a pêra e um cheirinho de fermento). E cá está ele, a meio caminho entre um bolo e uma tarte e cheio de sabores que aquecem o tempo frio.



Ingredientes:
1 chávena de farinha sem fermento
1/4 colher de chá de fermento
1/8 colher de chá de sal
170g de manteiga sem sal
1 chávena de açúcar
3 ovos grandes
1 colher de chá de aroma de baunilha
2 sementes de cardamomo pequenas
1/2 colher de chá de canela
2 pêras rocha
Manteiga e açúcar amarelo qb.



  1. Peneirar a farinha, fermento, canela e sal para uma tigela. Moer com um almofariz o cardamomo sem a casca, até pulveriar e juntar à farinha.
  2. Noutra bater a manteiga até ficar cremosa. Juntar o açúcar e bater até ficar fofo. Juntar os ovos, um a um e por fim a baunilha.
  3. Incorporar a farinha aos poucos até ficar homogéneo.
  4. Forrar o fundo de uma forma redonda com papel vegetal. Untar toda a forma com manteiga e cobrir o fundo com açúcar amarelo. Cobrir o fundo com fatias de pêra descascadas. Por cima verter a massa do bolo.
  5. Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC, durante 30 minutos. Deixar arrefecer uns 10 minutos e desenformar para acabar de arrefecer.

A receita original era esta, mas acabou numa coisa completamente diferente. :-)
No fim, como pus pouco açúcar no fundo da forma, ainda pincelei as pêras, depois de desenformar o bolo, com algum creme de caramelo que ainda lá tinah em casa.

Bom apetite!

domingo, 13 de janeiro de 2013

Tarte de Maçã


Hoje estou pelo simples. Estamos a meio de Janeiro, ainda com a agitação natalícia na memória e para além disso este nascer de ano teve direito a um ror de dores de parto inusitadas, por isso, COMPLICAÇÕES, nem quero vê-las!

Juntando o simples ao bem que sabe acender o forno num dia cinzento e frio e dar cheiro quente e doce à casa, trago uma receita muito fácil e rápida de tarte de maçãs. Para acompanhar com o recém-descoberto (para mim) chá de camomila com anis estrelado.

 Ingredientes: 
1 rolo de massa quebrada
2 maçãs 2 colheres de sopa de açúcar
2 ovos
1 pacote de natas light
canela qb

  1. Untar uma forma de tarte e dispôr a massa quebrada. Picá-la com um garfo. 
  2. Cortar a maçã sem cascas em fatias e forrar o fundo da tarte com elas. 
  3. Numa tigela bater os ovos com as natas, o açúcar e a canela a gosto. Verter sobre as maçãs. 
  4. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC, durante cerca de 20 minutos. 

Bom apetite!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Pão Recheado no Forno


Ano Novo, Vida Nova, dizem. Mas por mim até podia não mudar muito, vá pronto, um bocadinho pra melhor se não for muito incómodo mas se não der tudo bem, pode deixar estar como está: com bons amigos e saúde.

Para acabar o ano em grande e a honrar os bons amigos, fica como última receita do ano, uma entrada que tem corrido a net em múltiplas versões, daquelas de lamber os dedos (especialmente porque se come com os dedos e tudo). Pãozinho estaladiço cortado em cubos a escorrer queijo derretido, baseado nesta versão.

Ingredientes:
1 pão à escolha
80g de manteiga derretida
2 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho grandes ralados
1/2 cebola picada muito finamente
1 colher de sopa de mostrada com grão
3 colheres de sopa de salsa picada
4 fatias de bacon picadas em tiras fininhas
150g de mistura de queijos ralados para fundir

  1. Cortar o pão em fatias em ambas as diagonais sem cortar a base (isto é, o pão fica em losangos presos pela base).
  2. Numa tigela misturar a manteiga derretida, o azeite, a cebola, alho, mostarda e 2 colheres de sopa de salsa.
  3. Com uma colher pequena espalhar a mistura pelas gretas do pão e por cima.
  4. Distribuir também pelas gretas o bacon e depois o queijo ralado.
  5. Embrulhar em papel de alumínio e levar ao forno a 180ºC durante 20 minutos. Destapar e levar ao fonro mais 10 minutos.
  6. Polvilhar com a restante salsa e servir assim que tiver arrefecido o suficiente para agarrar os cubos de pão com as mãos.


Bom Ano Novo.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Couve-flor e Brócolos com Molho de Alcaparras


Ah, o Natal já chegou e com ele o bolo-rei e os fritos doces, que já andam por todo o lado. E eu sei que é para aí que toda a gente está virada, para as filhoses e bolachas, ou quem sabe um bacalhau mas eu tenho uma demanda a começar: descobrir se gosto de couve-flor ou não e não é o Natal que a vai parar! :-P

Ou se calhar até é o Natal que a incentiva: a perspectiva de uma quadra de abuso pecaminoso em doçaria, pede uns vegetaizinhos para servir de contraponto na balança (na metafórica e na balança real). Enfim, não é que esta receita seja totalmente inocente: tudo bem que são vegetais, tostadinhos no forno (ou no meu caso na Actifry) mas são servidos com um molho de manteiga de lamber os beiços.

Assim sendo, esta primeira tentativa de comer couve-flor em muitos anos (exceptuando a versão picles), foi um sucesso.

Ingredientes
1 cabeça média de couve-flor
1 cabeça média de brócolos
Sal, azeite e pimenta
55g de manteiga sem sal
1 cebola pequena finamente picada
3 colheres de sopa de alcaparras, enxaguadas, escorridas e picadas
1 colheres de sopa de tomilho fresco
1/2 colher de chá de mel
Sumo e raspa de 1 limão


  1. Cortar a couve-flor e os brócolos em floretes pequenos. Colocar num tabuleiro, regar com um pouco de azeite, sal e pimenta e levar ao forno a 200ºC durante 20-25 minutos, misturando a meio. (Ou então levar à Actifry uns 12 minutos).
  2. Entretanto derreter a manteiga numa frigideira pequena. Juntar a cebola e deixar refogar uns 2 minutos. Juntar depois as alcaparras e o tomilho e deixar cozinhar mais 2 minutos.
  3. Tirar do lume e juntar o mel e o limão. Provar para ajustar de sal e limão.
  4. Verter sobre os vegetais, misturar e servir.
É muito bom, depois até dá pra limpar o prato com um naquinho de pão. Não se assustem com o mel, que não fica nada a notar-se o doce. A receita foi adaptada a partir deste livro.

Nesta ocasião, servi como prato principal, a acompanhar com sobras de arroz branco com milho e cubinhos de fiambre, num jantar muito rápido a meio da semana.

Bom apetite e Bom Natal!

Horta na Marquise


Hoje mudei de divisão da casa: fui da cozinha para a marquise. E comigo foi o gato, claro, que sempre que eu vou para a marquise, segue-me a trote na esperança de poder comer umas verduras. Há uns dois anos comecei a experimentar plantar umas coisinhas cá em casa.

 Não tinha paciência para flores ou plantas ornamentais e até então só tinha tido cactos. Bastantes. Por isso comecei por umas ervinhas de cheiro e tomate. Entretanto já me passaram pela marquise várias ervas e legumes, vários sucessos e tragédias, várias pragas e mezinhas.

Até agora a maior das ameaças à horta foi mesmo o gato, que acha que tudo o que é verde e não se mexe é sobremesa e das boas. Acabei por ter de a limitar geograficamente e pôr-lhe uma rede à laia de muralha. Resultou, ainda que em desespero o gato tenha tentado alternativas. Tipo tentar comer os cactos.


Este ano, agora que estamos no Solstício de Inverno, tenho coentros e manjericão. O tomilho foi-se, numa fase pós-praga de mosca branca e ainda não arranjei outro. O cebolinho e a sálvia morreram-me ao fim de 2 anos e as sementes que tenho não pegam nem por nada.

Tenho 2 alfaces que estão a começar a ganhar volume. Algumas acelgas, umas já bem adiantadas e outras ainda a começar. Uma couve frisada que apesar de escanzelada, está um bom passo mais à frente de todas as tentativas anteriores, que nunca passaram da fase das 4 folhas antes de morrerem.

As cenouras dão-se sempre mas geralmente não me crescem muito. Desta vez plantei menos a ver como corre comm mais espaço entre elas. Até me nasceram algumas em vasos onde não pretendia...

A rúcula vai crescendo, devagarinho mas a passo firme. O agrião de jardim rebenta em tempo recorde: semeia-se num dia, passado umas 30 horas já tá tudo rebentadinho.

Tenho umas cebolas japonesas ainda do ano passado. São daquelas que não formam bolbo, ficam assim tipo cebolos. No mesmo vaso pus uns pedaços de batata grelados e um deles nasceu e deu origem a uma pé de batateira que está a crescer pra cima como se fosse um pé de feijão mágico. Estou curiosa para ver se depois é só fogo de vista ou se aparecerem umas batatinhas.

Tenho alguns pés de aneto mas alguns estão com um problema de oidio: o tempo tem estado quente e húmido e os fungos adoram.

Por fim, tenho uma pimenteira Cayenne e dois pés de Pimiento del Piquillo.

Isto da horta é sempre uma aventura, agora está bonito, daqui a um mês não se sabe como vai estar: umas coisas viçosas, outras a definhar, uma praga disto, uma praga daquilo, este ano corre isto bem, pro ano corre outra coisa melhor. Uma aventura, lá está, uma aventura ora calma ora em rebuliço.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Salteado de Salsicha com Couve de Bruxelas


Já confessei aqui a minha paixão assolapada por couve de Bruxelas? Já? Bem, então confesso mais uma vez. É uma daquelas paixões que são ainda mais intensas por terem sido precedidas por um período de aversão. Um longo período de aversão. Um período que medido a olho há-de andar na casa dos 25 anos. Felizmente a idade abriu-me outras perspectivas e com elas trouxe o gosto por chocolate bem negro, bróculos e... tcharam... couve de Bruxelas.

O próximo passo, no que aos gostos que a idade me trará diz respeito, será a couve-flor. É só preciso a receita certa. Alguém recomenda alguma? Algum(a) amante de couve-flor que se chegue à frente e me diga que receita do pálido vegetal usaria para convencer alguém a partilhar dessa paixão, se faz favor.

Ingredientes (esta é daquelas sem quantidades, é tudo a olho):
Salsicha fresca
Batata cortada aos cubos
Couve de Bruxelas
Azeite, óleo, sal e pimenta


  1. Abrir as salsichas frescas, descartar a pele e separar grosseiramente o conteúdo. Levar ao lume numa frigideira e deixar cozinhar. Retirar do lume, preservando a gordura na frigideira.
  2. Colocar na frigideira as couves de Bruxelas cortadas ao meio com a face cortada para baixo e deixar cozinhar em lume médio-alto até tostar.
  3. Entretanto cozer ou fritar as batatas em cubos (eu fritei na Actifry, mas memso assim o mais saudável seria cozê-la).
  4. Juntar a salsicha e as batatas à frigideira, temperar com um pouco de sal e pimenta e saltear em lume forte mais uns minutos até a salsicha dourar um pouco.


Dei-me conta que tinha um problema no envio de comentários, por isso mudei para um sistema sem a segurança daquelas imagens de números e letras esquisitos mas com necessidade de aprovação de mensagens. A ver se corre melhor. :-)

Bom apetite.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Frango com Cerveja, Mel e Mostarda

Uma confissão: cá em casa as cervejas duram e duram e duram e um dia acabam por passar de prazo muito antes de nós conseguirmos despachar um six-pack. Ainda as tentamos oferecer aos amigos quando vêm cá a casa mas mesmo assim não lhes damos vazão (aliás, geralmente são os amigos os culpados de termos um six-pack para gastar. Por isso de vez em quando lá vou usando uma nalgum guisado ou noutra receita, como é o caso desta.

Ingredientes:
4 peitos de frango
3 colheres de sopa de cebola picada finamente
1/2 chávena de cerveja
1 colher de sopa de mostarda com grão
1 colher de sopa de mel
2 colheres de sopa de salsa picada
Azeite, sal e pimenta

  1. Aquecer um pouco de azeite numa frigideira grande, em lume médio-alto.
  2. Temperar o frango com sal e pimenta e juntá-lo à frigideira, deixando cozinhar cerca de 6 minutos de cada lado até cozer. Retirar e reservar quente.
  3. Juntar a cebola à frigideira e deixar refogar até translúcida. Juntar a cerveja, a mostarda e o mel. Mexer bem e deixar reduzir cerca de 3 minutos até ficar mais ou menos meia chávena de molho. 
  4. Retornar o frango à frigideira, virando para envolver no molho. Retirar do lume e polvilhar com salsa.

Bom apetite!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Salada de Cenoura e Funcho



Há livros que nos surpreendem. Um destes dias, sem ocupação e com tempo para matar (para matar tempo, nada mais, não me incriminem, que não fui eu), pus-me a folhear um livro que não era meu: Diabetes - O Livro de Cozinha. Não tendo diabetes, nem alguma expectativa em relação ao livro, a verdade é que passado uns minutos dei por mim a apontar várias receitas para experimentar. 

Ingredientes (ligeiramente adaptados):
2 cenouras grandes
1 laranja grande
1 bolbo de funcho pequeno
1 mancheia de agrião (usei agrião de jardim, da minha farmville de marquise)

6 colheres de azeite extra-virgem
2 colheres de sopa de sumo de limão
2 colheres de sopa de sumo de laranja
1 colher de chá de mel
Sal e pimenta


  1. Descascar as cenouras. Com o descascador cortar as cenouras em fitas.
  2. Cortar o funcho em meias-luas muito finas. Juntar com a cenoura.
  3. Dividir a laranja em segmentos (sempre com uma tigela por baixo para aparar o sumo para aproveitar para o tempero). Tirar-lhes a pele e dividi-los em pedaços. Juntar à cenoura, juntamente com o agrião.
  4. Numa tigela misturar os temperos, bem misturados. Se necessário, dependendo da doçura da laranja, acrescentar mais sumo de limão. Verter sobre a salada e misturar bem.

Gostei imenso desta salada, servia com frango e arroz e hei-de voltar a fazê-la sem dúvida.

Bom apetite!

sábado, 24 de novembro de 2012

Bolo de Abóbora e Especiarias


Eu sou uma resistente ao Halloween. Não é que não lhe ache graça, não é que não adore o Jack Skellington, não é que não seja quase no meu dia de anos. É só que é giro enquanto tradição alheia mas adoptá-lo cá já me parece falso e forçado.

Não foi por isso, no entanto, que deixei de dar sacos de pipocas aos putos que cá vieram bater à porta (poucos é certo, apenas dois, mas mesmo assim e com pena minha foram dois a mais do que os cá vieram bater no dia seguinte pelo "pão por deus"). E não foi por isso que deixei de gostar muito de ver iluminada uma abóbora entalhada que me ofereceram para a minha festa de anos.


Foi essa abóbora que agora veio dar origem a este bolo, adaptado a partir desta receita. E foi mais ou menos como a outra história, a da Gata Borralheira, em que a abóbora se transforma numa linda carruagem. Mas se a fada madrinha fosse gulosa como eu, a Gata Borralheira tinha ficado era em casa a comer este bolo e a beber cházinho ou leite branco e o Príncipe que se desengomasse sozinho. Assim como assim toda a gente sabe que os Príncipes Encantados são uns sonsos que não lembram e mais tarde, já reis, quando enviúvam, casam com megeras que ordenam a caçadores que matem criancinhas em florestas sombrias. Quanto mais não vale uma fatia de bolinho!


Ingredientes:
1 chávena de açúcar refinado
1 chávena de açúcar amarelo
225 g de manteiga
3 ovos
¾ de chávena de abóbora assada em puré
1 chávena de natas ácidas
1 colher de chá de aroma de baunilha
2 + ¾ de chávena de farinha sem fermento
2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de sal

1 colher de sopa de canela em pó
½ colher de chá de noz moscada
1 estrela de anis pequena moída
Raspa de meia laranja

  1. Aquecer o forno a 180ºC. Untar uma forma com buraco.
  2. Bater o açúcar com a manteiga até ficar um creme leve (como leva açúcar amarelo nunca fica tão cremoso).
  3. Juntar os ovos um a um, batendo até incorporar.
  4.  Juntar a abóbora, as natas ácidas, a baunilha e a raspa de laranja, batendo sempre.
  5. Juntar a farinha aos poucos, o bicarbonato, sal, as especiarias.Incorporar bem.
  6. Levar ao forno cerca de 60 minutos.

Depois de arrefecer um pouco, desenformar e deixar arrefecer completamente. Pode ser decorado com um pouco de glacé. meste caso usei glacé de laranja: dissolvi cerca de 1/2 chávena de açúcar em pó em 2 colheres de sopa de sumo de laranja juntamente com a raspa de meia laranja.  Depois foi só pingar por cima do bolo.

Para o puré de abóbora levei ao forno um pedaço de abóbora com casca (que ficou virada para cima), untado com um pouco de azeite e depois passei na varinha mágica.

O bolo em si ficou muito fofo, nada seco e muito saboroso.

Bom apetite!

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