domingo, 7 de abril de 2013

Courgette Panada


Há uns tempos atrás ofereceram-me uma Actifry, em teoria num regime de custódia partilhada mas afinal vim a perceber que isso era só uma desculpa para eu a aceitar. Não é que eu não quisesse aceitar uma actifry mas no que toca a aparelhos de cozinha tenho duas embirrações: a 1ª, dirigida a aparelhos que só fazem uma única coisa (tipo espremedores de laranjas eléctricos ou máquinas de fazer waffles); a 2ª, dirigida a aparelhos hiperinflacionados no preço em relação à real necessidade que temos deles (tipo Bimby). A actifry não cabe na primeira embirração mas cabe muito bem ali na segunda. 

Claro que o facto de ter sido oferecida e de não ter pago por ela, diminui uma embirração dirigida ao preço e agora que a tenho nutro por ela sentimentos que variam do gosto à indiferença. É verdade que faz uns fritos porreirinhos quase sem usar gordura mas não só não fica exactamente como a coisa real (fica assim a meio caminho entre o frito e o forno) como os fritos a sério se forem feitos como deve ser também absorvem apenas uma pequena porção do óleo que usamos. Dá para mais coisas para além de fritos (faz umas carnes bem tenras e tal) mas não dá pra fritar coisas envolvidas em polmes decentemente. Para panados (e croutons) é que é uma maravilha.

Foi o caso destes triângulos de courgette, que ficaram douradinhos, estaladiços por fora e cremosos por dentro. (E sim, eu sei que não são triângulos, são prismas triangulares e acredito que este tipo de corte tenha um nome técnico mas não faço ideia).

Ingredientes (tudo a olho...):
Courgette
Pão de véspera (de preferência tipo alentejano)
Queijo ralado
Clara de ovo (ou ovo inteiro, mas tinha muitas claras no congelador...)
Farinha
Azeite, sal e pimenta


  1. Cortar a courgette na longitudinal em oitavos. Dependendo do tamanho da courgette cortar na transversal em 2 ou 3.
  2. Na picadora juntar o pão, queijo ralado, sal, pimenta e um fio de azeite. Picar tudo até ficar com a textura de migalhas (claro que se pode usar pão ralado de compra mas a textura não fica tão crocante).
  3. Passar a courgette pela farinha, depois pela clara de ovo e por fim, pela mistura do pão. 
  4. Colocar na actifry durante 12-15 minutos (a meio virar os pedaços de courgette) ou levar a fritar em óleo até estar dourado.


Podem ser usados como aperitivo, servidos com molho ou molhos a acompanhar, de tomate, de iogurte, de alho ou que mais gostarem.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Páscoa II: Borrego Assado com Molho de Alho


De há 3 anos para cá que se anda a tornar tradição que me caiba a mim pôr o borrego na mesa pascal. Não sendo eu religiosa, a Páscoa para mim é um almoço de família glorificado (e nalguns anos, não neste, uma ode à Primavera), logo a tarefa reveste-se de uma certa dose de responsabilidade.

Nalgumas famílias a tradição é o cabrito mas na minha opta-se sempre pelo borrego, alentejano e de muito confiada origem. E a tradição diz também que é assado, mas o como, isso é o espaço exacto para de ano para ano se experimentar novas receitas.

Ciosa que sou da paz matinal aos domingos, preparo-o de véspera (fiz o mesmo ao gratinado) e no dia é só ligar o forno. É um descanso. A receita é do site Food 52 (do site e de um dos livros deles, que descobri recentemente e de quem fiquei fã).

Ingredientes:
1 perna de borrego
12 anchovas
6 dentes de alho + 3 cabeças de alho
1 colher de alecrim fresco picado
1 colher de sopa de tomilho fresco picado
3 colheres de sopa de Azeite
1 chávena de vinho tinto
Sal e pimenta, salsa fresca picada



  1. Depois de limpar o borrego de gorduras excessivas, fazer-lhe várias incisões e em cada uma inserir um pedacinho de alho e outro de anchova.
  2. Numa tigela misturar o azeite, sal, pimenta, tomilho e alecrim. Untar o borrego com esta mistura. Deixar repousar 1 a 2 horas.
  3. Levar ao forno pré-aquecido a 250ªC, durante 20 minutos, juntamente com as 3 cabeças de alho inteiras. Baixar a temperatura para 180ºC e deixar assar 1hora. Ao fim de 20 minutos virar o borrego e reservar as cabeças de alho e passados 20 minutos virar outra vez.
  4. Tirar do forno, cobrir a perna em papel de alumínio e deixar repousar num prato, no forno desligado, enquanto se prepara o molho.
  5. Levar o tabuleiro onde se assou o borrego ao lume no fogão. Juntar-lhe o vinho e mexer bem para misturar com os líquidos do assado. Deixar reduzir 1/3 do volume em lume alto. Espremer o alho das cabeças que se assaram e juntar ao molho. Desligar, juntar salsa picada e transferir para a molheira.

A receita original tinha tempos de cozedura para que o borrego ficasse mal passado (cerca de 1 hora de forno ao todo) mas eu prefiro um pouco mais passado (1h20 de forno). Mesmo assim ainda havia um pouco de rosadinho, por isso se preferirem podem aumentar o tempo em temperatura baixa.

Bom apetite.



terça-feira, 2 de abril de 2013

Páscoa I: Gratinado de Batata e Abóbora Manteiga



Esta Páscoa fiquei incumbida de três coisas: um leite-creme, o borrego e este gratinado. Já o tinha em lista de espera há uns tempos, à espera de uma oportunidade festiva. Isto de comidas gratinadas e com muitas natas sabe bem mas pesa menos na consciência se for partilhado por muitos. Também pesaram menos porque após uns testes com natas de soja, descobri que as ditas são bem boas (não só não ficam nada atrás das verdadeiras como no meio da comida ainda parece que trazem um temperozinho extra).

A receita faz parte do livro Bi-Rite Market's Eat Good Food. Só de lê-la deixou-me a salivar, o que é raro para uma receita que não trazia foto a acompanhar. Depois de a fazer, só de me lembrar continuo a salivar. É o que se chama um aguamento!

Ingredientes:
6 batatas médias (de cozer)
1 abóbora manteiga pequenina
1 cebola picada
400 ml de natas (normais, light, de soja, bechamel+nata, o que quiserem)
12 folhas de sálvia
5 raminhos de tomilho
Manteiga, parmesão ralado, sall e pimenta qb

  1. Numa frigideira aquecer um pouco de manteiga e levar a cebola ao lume até ficar translúcida. Juntar o tomilho (só as folhinhas) e 6 folhas de sálvia. Juntar as natas e deixar levantar fervura. Desligar, deixar repousar 10 minutos e retirar as folhas de sálvia.
  2. Untar um tabuleiro com manteiga. Dispôr uma camada de batata cortada em fatias com cerca de 3mm, parcialmente sobrepostas, de modo a cobrir bem o fundo.
  3. Por cima da batata dispôr uma camada de abóbora também em fatias de 3mm. Cobrir com 1/3 das natas e polvilhar com parmesão.
  4. Repetir com mais duas camadas, de modo a terminar com o parmesão. Polvilhar o topo com as restantes folhas de sálvia picadas.
  5. Levar ao forno a 180ºC, coberto com folha de alumínio, durante 30 minutos, Tirar a folha de alumínio e deixar mais 30 minutos no forno.

Bom apetite!




sábado, 16 de março de 2013

Estufado de Amêijoas com Milho

O giro de se seguirem vários blogues e outros sites é que, de vez em quando, dão-nos vontade de experimentar umas coisas que nunca nos tinham ocorrido. Coisas que nunca provámos, combinações que nunca tínhamos considerado, até esse dia em que nos batem na testa, aquele dia em que algures na net (ou fora dela) vemos uma foto (para mim têm quase sempre de ser fotos) de algo diferente mas que nos faz salivar.

Esta receita é uma dessas. Apetecia-me fazer algo diferente com um pacote de amêijoas que tinha em casa, algo fora dos sabores habituais que associo às amêijoas e assim que vi a foto apetitosa do Food52, ficou decidido. Com pequenas alterações: não encontrei maçarocas de milho fresco à venda; não me pareceu que substituir tomates xpto por tomate normal fosse fazer grande diferença e numa casa onde praticamente não se bebe álcool, não fazia sentido comprar uma garrafa de bourbon, já haver uma de whisky escocês (e ainda por abrir) é só porque nos foi oferecida...

Mas fiquei fã, tanto do sabor como da facilidade e rapidez. É pra repetir.

Ingredientes
2 latas grandes de milho doce
500g de amêijoas com casca
3 tomates de cacho (em oitavos e sem grainhas)
200g de bacon em tiras
Sumo de meio limão
3 colheres de sopa de whisky
1 colher de sopa (mal cheia) de pimentão doce
Azeite, sal e pimenta, manjericão

  1. Numa tacho grande aquecer um pouco de azeite. Juntar o bacon e deixar alourar em lume médio. Juntar o pimentão e deixar 30 segundos.
  2. Juntar o milho escorrido e o tomate. Temperar com sal, tapar e deixar cozer cerca de 5 minutos.
  3. Juntar o sumo de limão e o whisky, misturar e tirar o tacho do lume.
  4. Colocar as amêijoas no cimo do estufado, com a abertura para cima. Recolocar ao lume médio, tapado, cerca de 5 a 10 minutos até as amêijoas abrirem.
  5. Polvilhar com manjericão picado e servir.

Notas: Se se usar milho cru ou congelado, deixar cozinhar 2 minutos destapado antes de colocar o tomate. As amêijoas que usei era congeladas e tinham sido previamente postas a descongelar no frigorífico cerca de 12 horas antes.

Gostei mesmo muito dos sabores. Por coincidência o bacon que tinha em casa era bastante fumado, o que combinou bem com o sabor do pimentão, mas também teria ficado bom com um bacon mais suave.

Bom apetite.


quarta-feira, 13 de março de 2013

Cogumelos Recheados com Queijo de Cabra e Acelgas



Hoje (e isto não tem nada a ver com esta receita, eu sei) resolvi experimentar natas de soja. O colesterol alto levou-me a um outro cuidado com a alimentação mas uma grande vontade de experimentar uma receita gratinada de aspecto prometedoramente delicioso para servir de acompanhamento ao borrego pascal foi o empurrão para experimentar. E fiquei muito agradavelmente surpreendida. Muito mesmo. Posto isso, vai haver batatas com abóbora gratinadas pra Páscoa, yey!

Já estes cogumelo foram feitos com acelgas da minha marquise e estas podem ser facilmente substituídas por espinafres ou canónigos. De resto, acho que toda a gente sabe que os cogumelos são bons recheados. A maior parte das vezes são recheados com carne picada, parece-me, mas eu adoro queijo de cabra...

Usei uns cogumelos bem grandes, um chegou-me bem mas também podem usar cogumelos mais pequenos e em maior quantidade.

Ingredientes
4 cogumelos grandes
1 requeijão de cabra
1 pequeno molho de acelgas
5 a 6 folhas de manjericão
1 dentes de alho esmagado ou picado muito fino
Sal, pimenta, azeite
1 colher de sopa de parmesão em pó



  1. Limpar os cogumelos e retirar o pé. 
  2. Numa tigela misturar o requeijão com o alho, as acelgas e o manjericão picados. 
  3. Untar os cogumelos com azeite. Colocar num tabuleiro com as lamelas para cima. 
  4. Temperar com sal e pimenta. Distribuir o recheio pelos cogumelos. Polvilhar o topo de recheio com  um pouco de parmesão.
  5. Levar ao forno a 180ºC cerca de 20 minutos.

Bom apetite.



domingo, 10 de março de 2013

Couve-flor Indiana


Em pequena detestava couve-flor (aliás tudo o que eram caules de couves ou similares), excepto em pickles, onde o sabor e textura eram completamente diferentes. Levei muitos anos até dar uma segunda oportunidade ao pálido legume mas agora ando a redescobri-lo.

Com o seu sabor nada impositivo, a couve-flor é uma espécie de tela em branco para estes sabores fortes indianos e o forno deixa-a mais estaladiça que o habitual, para além de que torna esta receita muito prática de fazer. É óptima para acompanhar frango assado ou peito de frango grelhado. 

O original é da revista Bon Appétit. E a foto deles é muito mais apetitosa. A minha, coitada, continua a ser de telemóvel que a minha máquina está nos cuidados intensivos (bem, mesmo que assim não fosse a foto deles continuaria sempre a ser mais apetitosa).

Ingredientes:
1 couve-flor grandota
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de sementes de coentro
1colher de chá de sementes de cominhos
1 colher de chá de caril em pó
1 colher de chá de açafrão das índias
Sal e pimenta qb
1 colher de chá de gengibre fresco ralado
1 colher de chá de raspa de lima

  1. Separar a couve flor em floretes.
  2. Numa taça grande misturar o azeite com as sementes de coentro e cominho, o açafrão, o caril e o sal e pimenta.  Juntar a couve-flor e misturar bem até a couve-flor ficar bem coberta.
  3. Espalhar a couve-flor num tabuleiro ou pirex, em camada única e levar ao forno pré-aquecido a 230ºC durante cerca de 10-15 minutos, até dourar.
  4. Servir numa taça, salpicado com a raspa de lima e o gengibre ralado.

domingo, 3 de março de 2013

Salada de Beterraba Marinada


Não há volta a dar, a beterraba combina mesmo bem com laranja. Mas essa combinação pode ser ainda melhor: com funcho! Neste caso com sementes de funcho no tempero mas no futuro tenho de experimentar com o funcho propriamente dito.

Não deixa de ser estranho que a beterraba tendo um sabor muito peculiar (sabe mais ou menos a um punhado de terra com açúcar) faça umas belas saladas.

Ingredientes
2 beterrabas médias/grandes
1 colher de sopa de azeite
1 colheres de sopa de sumo de limão
1 colher de chá de sementes de funcho
1 laranja pequena
1 cebolo
Alface, sal e pimenta


  1. De véspera embrulhar as beterrabas em folha de alumínio e levar ao forno 1hora a 180ºC. Deixar arrefecer, descascar e cortar em cubos.
  2. Numa tigela misturar bem o azeite, o limão, sal, pimenta. Num almofariz moer as sementes de funcho e juntar ao molho. Verter sobre as beterrabas e envolver. Juntar o cebolo picado, cobrir e deixar marinar dum dia pro outro.
  3. Para fazer a salada, colocar numa taça a alface e a laranja cortada em pedaços. Juntar a beterraba e o molho da marinada.

Bom apetite.


sexta-feira, 1 de março de 2013

Arroz Doce de Coco e Maçã no Forno



Pela enésima vez dei cabo do carregador da máquina fotográfica (é um talento muito especial que eu tenho...) e agora estou mais ou menos restringida à máquina fotográfica do telemóvel. Grunff... Paciência!

O arroz doce, que toda a gente adora, para mim parece quase sempre um desperdício de arroz. Talvez não me parecesse um desperdício se fosse a única coisa que se pudesse fazer com arroz mas havendo arrozes de marisco, de grelos, tomate, de primavera e outono e um sem fim de outros arrozes deliciosos, para mim o arroz doce vai ficando relegado quase pro fim da lista (mesmo lá no fim de tudo está o arroz de cabidela).

Ainda assim, coisa estranha, esta semana sobrou-me metade duma lata de leite de coco light (dum caril) e de repente deu-me vontade de fazer um arroz doce com ela. Mais estranho é ainda porque também não sou muito fã de coco (pelo menos em todo a seu esplendor de intensidade de sabor e de palhinhas como textura, do leite de coco light mais suavezinho e sem palhinhas até acho bem agradável).

Fiz no forno para ser mais prático e porque fica com uma capinha tostadinha no topo interessante. A quantidade é pequena, dá pra 4 ou 5 pessoas mas pode ser facilmente dobrada.

Ingredientes:
55g de arroz carolino
300ml de leite
200ml de leite de coco (light ou normal)
2 colheres de sopa de açúcar
1 maçã
1 haste de chá princípe

  1. Num tacho levar ao lume os leite, o açúcar, a haste de chá princípe e o arroz. Quando levantar fervura desligar e deixar o repousar 15 minutos.
  2. Entretanto pré-aquecer o forno a 180ºC. Descascar a maçã e picá-la em cubinhos pequenos.
  3. Num tabuleiro ou pirex verter o arroz e misturar-lhe os cubos de maçã. Pode-se tirar o chá princípe agora ou no fim (eu deixei-a).
  4. Levar ao forno cerca de 30 minutos. Retirar do forno e deixar repousar 10 minutos antes de servir.

O arroz doce no forno também se pode fazer saltando o primeiro passo mas aí o tempo de cozedura no forno já é muito maior. Esta versão por um lado diminui o tempo de cozedura e por outro elimina a necessidade de estarmos ao fogão a mexer o arroz doce. Pode-se juntar ovos ou gemas para ficar mais rico mas eu ando de olho no meu colesterol por isso não o fiz (e o coco mesmo light já tem a sua dose de gordura). também podem pôr mais açúcar, obviamente.

Bom apetite. 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Espargos Silvestres com Queijo da Ilha



Ainda na senda dos espargos silvestres, desta vez com uma receita muito simples, tão simples que nem precisa de quantidades certas. Para a próxima só altero uma coisa, vou ralar o queijo em vez das lascas.

Esta é a última foto aqui no blog tirada com a minha máquina, durante uns tempos. Logo a seguir o carregador da bateria morreu e agora ando limitada à fraca máquina do meu telemóvel. Enfim.

Ingredientes
Espargos silvestres
Azeite, sal e pimenta
Vinagre balsâmico
Queijo da ilha

  1. Preparar os espargos eliminando a parte rija (dobrando-os à mão, acabam por se partir na zona de transição).
  2. Colocá-los num tabuleiro. Verter sobre eles um fio de azeite, sal e pimenta. Misturar tudo bem.
  3. Levar ao forno a 200ºC durante cerca de 12 minutos.
  4. Tirar do forno, verter algumas gotas de vinagre balsâmico e colocar por cima lascas de Queijo da Ilha. 

No caso de serem espargos de cultivo pode ser necessário ficarem mais um pouquinho no forno. Como é o caso da receita original.

Bom apetite.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Frango Panado no Forno com Leitelho e Aveia



Três motivos para esta receita.

Primeiro, ando viciada em flocos de aveia. Para além de fazerem um pequeno-almoço excepcional dão uma crosta bem crocante e muito saborosa a panados e gratinados.

Segundo, e mais uma vez provando a minha fraca memória, fiz uma daquelas incursões pelos fundos do congelador, daquelas em que se tem de tirar uma série de coisas cá pra fora e há sempre alguma que acaba esquecida de voltar lá pra dentro. Neste caso foi uma embalagem de leitelho (buttermilk). Como não me apetecia fazer bolos para o aproveitar, pensei no seu segundo melhor uso: marinar frango para panar.

Terceiro, uma vontade de baixar os meus níveis de colesterol e o meu fraco gosto por grandes frituras, encaminhou a receita para o forno.

Ingredientes:
2 pernas de frango inteiras
1 chávena de leitelho
2 colheres de sopa de flocos de aveia integrais
2 colheres de sopa de pão ralado
1 colher de sopa de parmesão em pó
1 folha de louro
2 dentes de alho
sal, pimenta, tomilho seco a gosto


  1. Separar o frango em perna e coxa, tirar peles. Para assar mais rápido e ficarem prontas ao mesmo tempo que as pernas, eu desossei as coxas mas é opcional.
  2. Numa tigela pôr a marinar o frango com o leitelho, o louro, alho, sal e pimenta, pelo menos 4 horas.
  3. Num  processador ou picadora, juntar os flocos, o pão ralado, tomilho e parmesão. Picar até os flocos ficarem de tamanho que vos agrade (mas não completamente em pó). Pôr num prato.
  4. Passar o frango da marinada para o prato dos flocos e revesti-lo bem. Passar para um tabuleiro untado com um pouco de azeite.
  5. Levar ao forno a 180ºC cerca de 30 minutos.


Bom apetite.

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