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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Tarte Gelada de Banana e Chocolate



A ideia não era ser uma tarte gelada... A ideia era só aproveitar um cacho de bananas que ameaçava definhar intocado e um saco de biscoitos de cacau que não fizeram muito sucesso cá em casa. Daí a ideia passou a ser fazer uma tarte de banana, a meio caminho entre o cheesecake e o semi-frio. Calha que como me é típico à boca do pano descobri que a embalagem de folhas de gelatina já não tinha mais que meia folha. A tarte nunca iria solidificar. E foi assim que se tornou uma tarte gelada. E não lhe fez mal nenhum.

Ingredientes:
4 bananas médias
200ml de natas
2 colheres de sopa de açúcar
120g de biscoitos de cacau
40g de manteiga
Sumo de limão, chocolate negro


  1. Forrar uma tarteira com papel vegetal. 
  2. Pulverizar os biscoitos e misturar com a manteiga até fazer uma espécie de areia moldável. Forrar com ela o fundo da tarteira, pressionando para formar uma base compacta. 
  3. Esmagar as bananas em puré, juntar um pouco de sumo de limão (cerca de 1 colher de sopa, ajustar a gosto) e o açúcar.
  4. Bater as natas e juntar à banana. Verter a mistura na tarteira. Decorar por cima com raspas de chocolate negro. 
  5. Levar ao congelador pelo menos 4horas. Se ficar mais tempo tirar do congelador para o frigorífico, pelo menos 30minutos antes de servir.

Bom Verão e bom apetite.

domingo, 5 de maio de 2013

Tarte de Queijada de Abóbora


Se a vossa mãe for tão gulosa quanto a minha, uma sobremesa é a melhor prenda que lhe podem dar neste Dia da Mãe.

A receita é baseada nesta receita do blog Receitas para a Felicidade. O puré de abóbora fiz assando dois pedaços de abóbora manteiga untados em azeite (e virados com a pele para cima). Depois tirei a pele, prensei para tirar a água em excesso e passei com a varinha.


Ingredientes:
1 placa de massa quebrada
230g de puré de abóbora
130g de açúcar
2 ovos
200g de queijo creme (usei light)
Raspa de 1 laranja
1 colher de chá de canela
1/4 colher de chá de noz moscada
1 colher de chá de baunilha


  1. Aquecer o forno a 180ºC. Preparar uma tarteira, untando-a ou forrando a papel vegetal (usei o que vem com a massa). Colocar a massa na tarteira e picá-la com um garfo.
  2. Numa taça juntar a abóbora, açúca, ovos, o queijo e os restantes ingredientes. Misturar tudo bem até ficar homogéneo. Verter na tarteira.
  3. Levar ao forno cerca de 35min, até a massa deixar de estar líquida. deixar arrefecer e servir.


Bom Dia da Mãe.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Tarte de Maçã


Hoje estou pelo simples. Estamos a meio de Janeiro, ainda com a agitação natalícia na memória e para além disso este nascer de ano teve direito a um ror de dores de parto inusitadas, por isso, COMPLICAÇÕES, nem quero vê-las!

Juntando o simples ao bem que sabe acender o forno num dia cinzento e frio e dar cheiro quente e doce à casa, trago uma receita muito fácil e rápida de tarte de maçãs. Para acompanhar com o recém-descoberto (para mim) chá de camomila com anis estrelado.

 Ingredientes: 
1 rolo de massa quebrada
2 maçãs 2 colheres de sopa de açúcar
2 ovos
1 pacote de natas light
canela qb

  1. Untar uma forma de tarte e dispôr a massa quebrada. Picá-la com um garfo. 
  2. Cortar a maçã sem cascas em fatias e forrar o fundo da tarte com elas. 
  3. Numa tigela bater os ovos com as natas, o açúcar e a canela a gosto. Verter sobre as maçãs. 
  4. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC, durante cerca de 20 minutos. 

Bom apetite!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Mini-tartes de Framboesa


Podia-se pensar que teria sido preciso vir para cá o Starbucks para haver cafés catitas com preços exorbitantes para aquilo que vendem mas não, já muito antes havia um café catita nato no nosso canto da jangada de pedra que tinha umas tartes excepcionalmente catitas a um preço exorbitante para o seu tamanho e conteúdo: uma base de massa areada, um tipo de creme de pasteleiro e 3 framboesas no topo. Houve no entanto um dia que, incauta por ignorar o preço, reparei que uma dela estava-se a rir pra mim e pedi uma. Para azar da minha carteira, a tarte que apenas parecia catita, era na verdade magistral. Fiquei apaixonada.

Depois de um certo namoro e ao fim de alguns encontros, comecei que pensar em convidá-la lá para casa e torná-la minha, só minha, toda minha... essa lengalenga toda. Mas a comida sabe melhor num relacionamento aberto e decidi então convidá-la antes para a minha festa de anos e partilhá-la com muita gente.

Esta é então a minha versão das ditas tartes, adaptadas a um tamanho mais jeitoso para servir de petisco doce.

Base: Massa Areada (receita de Michel Roux, pate sucrée)
250g de farinha sem fermento
100g de manteiga sem sal (aos cubos e temperatura ambiente)
100g de açúcar em pó peneirado
2 ovos médios (temperatura ambiente)
1 pitada de sal


  1. Fazer um montinho com a farinha com uma cova ao meio. Colocar no centro a manteiga, açúcar e sal e com a ponta dos dedos começar a misturá-los. Progressivamente ir incorporado a farinha, com a ponta dos dedos até ficar uma espécie de areia.
  2. Fazer novamente uma cova e juntar os ovos. Continuar a misturar com a ponta dos dedos até incorporar os ovos e a massa ganhar alguma coesão. Quando já der para formar uma bola, amassar um pouco com as palmas da mão até ficar macio. Formar dois rolos com o diâmetro das bases pretendido, envolver em película aderente e refrigerar (1-2horas).
  3. Retirar do frio, um rolo de cada vez. Cortar em fatias com 1 cm de espessura e colocá-las ou em formas de queques ou directamente num tabuleiro forrado ou untado. Fazer uma depressão ao centro, cobrir cada rodela de massa com pedaços de papel vegetal e com alguns feijões e levar ao forno a 180º até cozinhar e começar a dourar, cerca de 10 minutos. Deixar arrefecer completamente.

Creme: Creme de Pasteleiro (adaptado da Vaqueiro)
3 dl de leite
20g de manteiga sem sal
100g de açúcar
1 colher de sopa de amido de milho
1 colher de chá de aroma de baunilha
1 raspa de limão
3 ovos

  1. Levar o leite ao lume com a manteiga até levantar fervura. Enquanto isso noutro tacho misturar o açúcar com o amido e os ovos. Juntar o leite quente progressivamente, mexendo com uma vara de arames.
  2. Juntar a raspa de limão e a baunilha e levar a lume brando, mexendo sempre até engrossar. deixar arrefecer.

Mini-tartes (cerca de 25-30):
Bases de massa areada
Creme de pasteleiro
Framboesas
Açúcar em pó

  1. Colocar o creme num saco de pasteleiro (ou num saco de sandes e cortar uma das pontas). Preencher a cavidade de cada base de massa areada com o creme.
  2. Por cima do creme colocar uma framboesa. Polvilhar com açúcar em pó e servir.

Bom apetite.







domingo, 4 de dezembro de 2011

Tarte Folhada de Courgette e Parmesão


Ofereceram-me uma senhora courgette, bem maior do que as que costumo comprar, ao mesmo tempo que me pediram para contribuir com um petisco para uma festa. Como o tempo não era nenhum, ficando o cozinhar do petisco algures entre voltar do trabalho, ir com o carro à Inspecção e a dita festa, resolvi fazer uma tarte rapidíssima e que resultou muito bem, a julgar pelos comentários de quem provou (os meus próprios comentários forma os mais reticentes mas fui calada pela maioria).

A receita é da BBC Good Food e estava nos meus favoritos em lista de espera para a experimentar há muito.

Ingredientes:
1 placa de massa folhada
4 colheres de sopa de requeijão, mascarpone ou ricotta
Courgette qb
2 dentes de alho grandes
50g de parmesão ralado
Azeite, sal, pimenta, tomilho ou manjericão

  1. Forrar um pirex com a placa estendida de massa folhada.  Com o bico da faca marcar um rebordo de 1cm em toda a volta, sem cortar a massa completamente. Picar o centro da massa com um garfo.
  2. Cortar a courgette em fatias, temperá-las com azeite, sal, pimenta, alho picado e tomilho (ou manjericão).
  3. Misturar o requeijão com metade do parmesão e espalhar sobre a massa folhada, excepto no rebordo. Por cima dispor a courgette, parcialmente sobreposta.
  4. Levar ao forno a 200ºC durante 15 minutos. Polvilhar o restante parmesão e levar ao forno mais 15-20 minutos.
O queijo que utilizei foi feito de fresco cá em casa, segundo esta receita já anteriormente posta aqui no blog.

Bom apetite.




segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Tarte de Manga ao Contrário


Uma manga colhida no tempo devido na terra dela, enviada para cá em avião, posta em promoção no supermercado e eis senão quando vem a destemida manga dar-se por presente no meu frigorífico. Bem corada e fragante, arregalava-se-me de cobiça o olho cada vez que o punha nela. Tardava no entanto o momento de pôr-lhe o dente: uma fruta tão airosa e que prometia um tal deleite merecia um final de resplandecente fulgor. Algo singelo, não fosse o seu brilho natural perder-se em convolutos trabalhos: uma tarte só de si, apenas a baunilha lhe retoca o aroma. Cortou-se, enfim, em fatias o prazer, repartiu-se por mãos amigas e por minutos para nós brilhou a nobre manga, com o brilho de quem por fim chega ao prò que nasce.

Ingredientes:
1 manga grande
2 colheres de sopa de açúcar
1/2colher de chá de essência de baunilha
30g de manteiga
1 placa de massa folhada

  1. Untar uma tarteira com a manteiga, espalhar a essência de baunilha e polvilhar com o açúcar.
  2. Descascar e cortar a manga em fatias e cobrir com elas o fundo da tarteira.
  3. Cortar a massa folhada estendida ao tamanho da tarteira e colocá-la por cima da manga, enrolando as pontas para baixo.
  4. Levar ao forno a 200ºC durante 20 minutos ou até a massa estar cozida e dourada.
  5. Tirar do forno e cuidadosamente inverter a tarte sobre um prato, repondo qualquer pedaço de manga que saia do sítio.
Pode-se servir quente com gelado, iogurte ou natas azedas. Ou simples. É óptimo mas tem a tendência para desaparecer em poucos minutos. A receita veio de um livro que me anda a encantar desde que mo ofereceram pelos anos: "Que delícia!" de Caroline Brewester. É a primeira que experimento e vai certamente ser a primeira de muitas.

Bom apetite.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Uma Aboboreira com Amoras Silvestres


Não, não é o resultado de nenhum experiência estranha no campo da genética vegetal. É apenas o resultado de um belo passeio de férias pela Serra da Aboboreira, mais um cantinho fantástico nos arredores de Amarante: uma serra juntinha ao Marão/Alvão, com vista para Baião e salpicada por vestígios pré-históricos. Ou como no Naturlink lhe chamam: o último bastião selvagem do distrito do Porto!

E aí íamos nós caminho acima, entre pedregulhos, antas, dólmens e santuários, quando por detrás de cada muro de pedra nos começam a saltar à vista silvas repletas de enormes amoras negras e suculentas. Fui todo o caminho a salivar e na descida lá me fizeram a vontade: carro parado à berma, as mãos roxas, algumas amoras comidas e um saco cheio delas para levar para casa.



Chegados a casa o que fazer com elas? Não sendo a casa minha o ideal era algo básico, sem ingredientes invulgares. Fui buscar a inspiração ao americanos, que parecem ter um extenso reportório de receitas com frutos silvestres e decidi-me por este cobbler da Pioneer Woman. E que bem escolhida que foi a receita: é tão simples e tão bom! E aposto que fica uma maravilha com outras frutas também. E com quentinho com uma bola de gelado de baunilha a acompanhar? Muito bom. Fiquei fã.

No dia seguintes, já sem cobbler, pus as amoras restantes numa tigela, com uma colherzinha de açúcar e umas gotinhas de limão, levei ao microondas e usei-as como molho para o restante gelado de baunilha.

Ingredientes:
115g de manteiga (+ alguma para untar)
1 chávena de açúcar (+ algum para polvilhar)
1 chávena de farinha com fermento
1 chávena de leite
2 chávenas de amoras

  1. Derreter a manteiga no microondas. Usar a restante para untar uma forma.
  2. Numa tigela misturar o açúcar, a farinha e o leite. Juntar por fim a manteiga e misturar bem.
  3. Verter a mistura na forma. Distribuir as amoras pela mistura.
  4. Polvilhar o topo com açúcar e levar ao forno a 180ºC, durante cerca de 1 hora ou até ficar dourado e borbulhante.
É quase magico como algo tão simples pode ficar tão bom. De ressalvas só tenho duas: uma é que no forno que usei, apesar de eu marcar para os 180ºC, a temperatura pareceu-me muito maior e em 20 minutos estava feito; outra é que quando estava quase pronto polvilhei com mais algum açúcar como a Pioneer Woman sugere mas é desnecessário. Ah e uma explicação que ficou incompleta: não sabia como chamar a esta receita, não conheço nenhum equivalente para cobbler em português que me satisfizesse, daí o título menos habitual deste post.

Bom apetite.


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Tarte de Tomate Cherry Assado

Este ano resolvi aproveitar a marquise, que é grandita e virada a sudeste, para fazer uma mini-horta. Nada muito complicado que eu não sou muito dedicada e a experiência é nula. Primeiro umas ervas de cheiro, manjericão, sálvia (que já faleceu), tomilho, cebolinho, coentro, salsa (com quem entrei em conflito quando se encheu de bicharada). Depois umas malaguetas em hidropónica, umas alface daquelas que crescem em altura e uns tomateiros cherry. Agora estou à espera para ver se as flores da beringelas vão dar fruto ou não.

Foi com os tomates cherry da minha marquise que fiz esta tarte. Podiam ser algo assimétricos mas eram bem saborosos.


Ingredientes
1 base para tarte (massa quebrada pré-feita ou esta receita, por exemplo)
1 Queijo fresco ou ricotta (fiz fresco, como nesta receita) qb
100g de queijo emmental ou cheddar (em cubos)
100g de fiambre ou mortadela (em cubos)
1 ovo (opcional)
12-15 tomates cherry
3 dentes de alho
azeite, manjericão, sal e pimenta

  1. Num tabuleiro colocar os tomates e os dentes de alho inteiro, temperá-los com azeite, sal e pimenta e levar ao forno cerca de 20 minutos a 180ºC. 
  2. Forrar uma tarteira com a base de massa quebrada. Levar ao forno (com feijões a servir de peso) durante 5 minutos.
  3. Numa tigela misturar o queijo fresco com os cubos de friambre e emmental. Opcionalmente juntar um ovo batido. Temperar com sal e pimenta e manjericão.
  4. Cobrir com a base da tarte com mistura de queijo fresco.
  5. Por cima colocar os tomates assados (com ou sem pele, como preferirem).
  6. Levar ao forno a 180ºC cerca de 20 minutos.

A verdade é que assim que os tomates saíram do forno da primeira assadura foi logo uma tentação não os comer assim mesmo. Mas pronto, o resultado final valeu a pena e ainda deu pra molhar pão no molho que ficou, enquanto se esperava que a tarte cozinhasse.


Bom apetite.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Tarte de Abóbora e Gorgonzola

Há combinações de sabores que são casamentos feitos no céu, outros são tão tentadores que parecem pecados. A combinação de hoje eu diria que tem o melhor de dois mundos: a abóbora, a  cebola e o queijo fresco combinam suave e harmoniosamente mas depois a salva e o gorgonzola vêm despudoradamente espicaçar esta união.

 Gosto tanto desta combinação que já aqui a usei antes e uso-a com regularidade na versão couscous: a abóbora e a cebola assadas misturadas com couscous e gorgonzola e temperado com manteiga de salva. Mas desta vez para uma reunião de amigos à volta dos petiscos e da passagem do ano ocorreu-me aplicá-la ao conceito de tarte. Pareceu-me no entanto que faria sentido juntar mais um ingrediente: o queijo fresco. Não só porque iria unir os restantes ingredientes e evitar que a tarte ficasse muito seca mas também e especialmente porque vi uma receita de queijo ricotta caseiro que me fascinou pela sua simplicidade. Sim, é verdade, a senhora da foto no link é a Gwineth Paltrow, no seu site, a preparar e tomar o seu brunch com a Ina Garten, mais conhecida como a Barefoot Contessa.


A base veio da receita de massa quebrada do blog Tangerina Aderente e a tarte que fiz tinha cerca de 21cm de diâmetro.

Receita de Queijo Fresco:
Ingredientes:
100ml de natas
200ml de leite
9ml de vinagre de vinho branco
1 pitada de sal

  1. Levar as natas e o leite ao lume com uma pitada de sal. Quando ferver desligar e juntar o vinagre.
  2. Aguardar um ou dois minutos para coalhar. Coar através de um pano. Quanto mais tempo ficar a coar mais denso ficará o queijo (como neste caso ia ao forno e admitamo-lo, eu estava com pressa, não esperei mais que 5 minutos).

Receita da massa quebrada:

Ingredientes:
150g de farinha sem fermento
65g de manteiga sem sal
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de açúcar
75ml de água

  1. Juntar todos os ingredientes numa tigela e com as mãos misturá-los (só o suficiente para formar a massa pois se se amassar muito ficará muito rija depois de cozida).
  2. Espalhar a massa pela tarteira esticando-a com a ponta dos dedos.

Receita da tarte propriamente dita:
Ingredientes:
250g de abóbora manteiga (cortada em cubos)
1 cebola roxa (cortada em oitavos)
30-50g de gorgonzola (ou outro queijo azul)
2 folhas de salva picada
Sal, pimenta, azeite
1 receita de queijo fresco
1 receita de massa quebrada

  1. Num tabuleiro juntar a abóbora, a cebola, um fio de azeite, a salva picada, sal e pimenta. Misturar tudo muito bem e levar ao forno a 190ºC durante 30-40 minutos (até a abóbora começar a dourar).
  2. Entretanto preparar o queijo fresco e enquanto este coa, preparar a massa.
  3. Forrar a tarteira com a massa e sobre esta distribuir o queijo fresco. Por cima distribuir a abóbora e a cebola (separando as várias camadas) que entretanto se tiram do forno.
  4. Levar a tarte ao forno 15 minutos, ou até a base cozer e dourar um pouco.
  5. Tirar do forno  e distribuir vários pedacinhos de queijo gorgonzola por cima (não é preciso muito porque o seu sabor é intenso). O queijo gorgonzola, com o calor da tarte vai acabar por derreter e entranhar-se mais na tarte.

E está feito. Nas fotos a cebola ficou um pouco queimada demais porque lhe separei as várias camadas antes de ir ao forno e além do mais cortei os gomos mais finos do que oitavos. Não é que não soubesse divinalmente mas para sair perfeito, se cortarem só em oitavos ou se separarem só as camadas antes da última ida ao forno o problema deve ficar resolvido.


Bom apetite e bom 2011!

sábado, 27 de novembro de 2010

Tarte de Chocolate com Marshmallows


Só muito recentemente percebi o fascínio dos norte-americanos com os marshmallows assados na fogueira. Mas a verdade é que se antes aquilo são umas borrachinhas esponjosas, depois, passam a ser umas borachinhas caramelizadas e quase crocantes por fora enquanto por dentro a goma se derrete. Não é nada mau, não senhor. Daí até eu e uma amiga termos pensado que no forno também deve ser mesmo bons, foi só o tempo de eu magicar uma tarte de chocolate para os acompanhar. A ideia final surgiu de uma outra gulosice americana, os s'mores, que são no fundo um pequeno pecado feito com bolachas, tablete de chocolate e marshmallows...


Ingredientes:
200g de cookies
90 de manteiga

4 ovos
150g de chocolate preto

2dl de natas
50g de manteiga
50g de açúcar
1 colher de sopa de farinha

1 pacote de marshmallows

  1. Picar as bolachas juntamente com a manteiga até ter uma consistência de areia molhada. Forrar com esta massa o fundo de uma tarteira.
  2. Numa tigela derreter o chocolate com a manteiga e juntar às natas, açúcar e gemas. Homogeneizar, juntar a farinha e voltar a bater.
  3. Bater as claras em castelo e incorporar cuidadosamente no preparado anterior. Despejar na tarteira  elevar ao forno (180ºC, cerca de 20 minutos). 
  4. Retirar do forno e dispor os marshmallow por cima da tarte (estes vão derreter com o calor). Deixar arrefecer um pouco e depois guardar no frigorífico até ao momento de servir.
  5. Antes de servir colocar no forno novamente para tostar no grill. Bastam poucos minutos, sendo conveniente manter uma vigilância apertada pois facilmente o marshmallow pode tostar demais, pegar fogo e/ou carbonizar completamente.

A foto é de telemóvel, daí a notória falta de qualidade da mesma.

Bom apetite!

    segunda-feira, 3 de maio de 2010

    Tarte de Maracujá e Ananás

    Mesmo não havendo na minha família grande tradição em comemorar estas datas de calendário especiais, hoje não deixei de aproveitar o dia da Mãe para fazer uma sobremesa para a minha. Fiz-lhe uma sobremesa muito ao meu estilo, frutada, leve, fresca e com maracujá, que é uma fruta de que ela gosta. O ananás não tem um papel essencial aqui, podendo ser eventualmente dispensado se não o tiverem facilmente disponível. Eu tinha a calda de uma lata de ananás guardada no congelador e achei que seria uma boa combinação. Outra possibilidade é a de aumentarem a contribuição do ananás, tornando-o mais notório.

    Para  a base usei uma receita da Vaqueiro à qual acrescentei uma colher de sopa de cacau em pó. Retrospectivamente talvez lhe acrescentasse também mais uma colher de açúcar ou pusesse chocolate em vez de cacau. A massa pode não ser muito fácil de estender pelo que eu sugiro que ou se ponha alguns minutos no congelador ou que se estenda sobre um papel vegetal e coberta com película aderente para não se pegar ao rolo.


    Ingredientes:
    150g de farinha
    1 colher de sopa de açúcar
    1 colher de sopa de cacau em pó
    60g de margarina Vaqueiro (ou manteiga) refrigerada
    100ml de água fria
    sal

    1 pacote de natas (refrigeradas)
    1 colher de sopa de açúcar
    2 iogurte naturais não açucarados
    200ml de calda de ananás (de lata de conserva)
    1 lata de polpa de maracujá em calda (565g)
    6 folhas de gelatina
    1 colher de sopa de amido de milho

    1. Misturar a farinha com o açúcar, o cacau e uma pitada de sal. Juntar a margarina cortada em pedaços e misturar com uma batedeira até parecer migalhas. Juntar a água e amassar para ligar os ingredientes. Estender a massa num círculo até ter cerca de 3mm de espessura e forrar com ela uma tarteira (pode-se forrar só a base ou também os lados). Cobrir com papel vegetal e feijões (ou outros pesos) e levar ao forno a 200ºC durante 10 minutos. Tirar os pesos e o papel vegetal e deixar n forno mais 5 minutos. Deixar arrefecer.
    2. Numa tigela bater as natas com 1 colher de sopa de açúcar até ficarem firmes. Juntar os iogurtes (descartando o soro), a calda de ananás e 200ml de polpa de maracujá. Misturar bem.
    3. Pôr as folhas de gelatina de molho em água fria. Escorrer as folhas de gelatina, colocá-las numa chávena com uns mililitros de água e levar ao microondas 10s na potência máxima para as folhas derreterem (se necessário ir aumentando mais 5s). Juntar pequenas quantidades da mistura anterior na chávena para arrefecer lentamente a gelatina e depois verter o conteúdo da chávena na tigela com o resto da mistura. Misturar tudo e verter sobre a base da tarte. Levar ao frigorífico algumas horas.
    4. Num tacinho levar ao lume o resto da polpa de maracujá com o amido de milho. Deixar ferver até o molho engrossar. Depois de ter arrefecido um pouco verter sobre a tarte e levar mais umas horas ao frigorífico.
    Na verdade não usei todo o resto da polpa no topo da tarte.... Guardei um pouquinho para fazer um belo batido de maracujá para o lanche. :-)

    Bom apetite e um beijinho para as mães (em especial para a minha).

    terça-feira, 30 de março de 2010

    Tarte de Chocolate com Morangos

    Os morangos andam aí. Um bocadinho por toda a parte, desde os supermercados até às bermas da estrada nacional que me acompanha ao trabalho todos os dias (menos domingos). E os morangos, não duvido que toda a gente já o saiba, são a melhor fruta para acompanhar um fondue de chocolate. E quem diz fondue, diz uma mousse de chocolate, por exemplo. E quem diz mousse, diz uma tarte de ganache de chocolate coberta com mousse de chocolate. No fundo o morango aqui, neste cenário de quase overdose de cacau, funciona um pouco como as gotinhas de antídoto essenciais para manter o equilíbrio e evitar alguma fatalidade...

    Ingredientes:

    Massa:
    300g de farinha
    100g de manteiga com sal
    30g de açúcar
    100ml de água fria

    Ganache:
    150g de chocolate amargo (70% de cacau)
    100g de chocolate negro (±50% de cacau)
    200ml de natas
    Essência de baunilha (eu usei uma colher de sopa de açúcar baunilhado)
    Pimenta preta qb

    Mousse:
    100g de chocolate negro
    30g de manteiga
    50ml de leite
    100ml de natas
    2 ovos
    1 colher de sopa de açúcar

    Morangos


    1. Vamos começar pela massa: numa tigela amassar com uma colher de pau ou os dedos, a farinha e o açúcar com a manteiga à temperatura ambiente, até formar uma espécie de areia. Juntar aos poucos a água fria até se formar uma bola moldável (pode não ser necessário juntar a água toda). Num pedaço de papel vegetal marcar o tamanho da tarteira (contar com mais alguns centímetros para além do diâmetro, para a altura das paredes). Polvilhar com um pouco de farinha e com um rolo dar forma à massa. Transferir o papel vegetal com a massa para a tarteira, cobrir com feijões (para que a massa não empole) e levar ao forno 20 minutos a 180ºC. Transferir para uma rede para arrefecer.
    2. Em seguida, para a ganache, levar ao lume um tacho com água. Numa tigela que assente nesse tacho sem tocar na água, colocar o chocolate para a ganache partido em pedaços. Juntar as natas e mexer até o chocolate derreter e incorporar nas natas. Juntar a essência de baunilha e a pimenta preta (ambas a gosto). Despejar sobre a base da tarte e levar ao frigorífico até solidificar (30-60 minutos é suficiente).
    3. Para a mousse, levar ao micro-ondas o chocolate com a manteiga até derreterem. Mexer bem. Juntar sucessiva e progressivamente (mexendo sempre bem) o açúcar, as natas, o leite e por fim as gemas dos ovos. Numa taça limpa bater as claras em castelo firme e juntá-las ao preparado anterior, envolvendo-as até homogeneizar. Verter a mousse sobre a ganache entretanto solidificada e levar a tarte ao frigorífico de um dia para o outro.
    4. Antes de servir cobrir com morangos (cortados em fatias, inteiros, às metades,... como vos agradar mais).
    A tarte poderá ser mais ou menos forte no chocolate bastando para isso jogar com a intensidade do chocolate que usarem. Por mim, que gosto de chocolate forte, achei que é uma tarte melhor para um lanche do que para uma sobremesa no fim duma refeição farta: este é um doce com sabor intenso, que pede a atenção toda para si.

    Bom apetite!

    domingo, 7 de fevereiro de 2010

    Quiche de Salmão Fumado com Funcho e Gorgonzola

    É Inverno, domingo e fim de tarde. E para que servem os finais de tarde dos domingos de Inverno senão para preguiçar no sofá e ver filmes? Quem é que quer pensar muito em jantares e perder tempo na cozinha? Eu certamente que não. Por isso aos domingos a ementa ao jantar é quase sempre "qualquer coisa" e sopa. E por qualquer coisa entenda-se algo que fique a meio caminho entre um lanche e um jantar, um espécie de lanche glorificado.

    Por isso mesmo hoje deixo aqui uma receita de quiche: algo rápido, simples e leve mas ao mesmo tempo mais substancial que torradas com manteiga ou tostas mistas (que em última instância por vezes acabam por ser uma opção). Uma quiche feita neste caso com massa quebrada comprada. Claro que se quiserem podem fazer uma base de raiz mas isso, cá pra mim, já seria desvirtuar o propósito de uma quiche neste fim de tarde com um desnecessário empregar de tempo e trabalho. Para além de que, admito-o, eu gosto das bases de massa quebrada refrigeradas que há à venda nos supermercados.


    Ingredientes:
    1 base de massa quebrada
    100g de salmão fumado
    1 bolbo de funcho
    1 cebola pequena picada
    50g de gorgonzola
    200ml de natas
    100ml de leite
    3 ovos grandes
    sal, pimenta, manteiga

    1. Cortar as hastes do funcho (podem-se reservar para dar sabor a caldos). Cortar o bolbo ao meio, colocar cada metade com a face cortada para baixo e cortar em fatias na perpendicular (tipo cebola cortada em meia-lua). Reservar algumas folhas para juntar ao recheio da quiche, se o bolbo vier com elas.
    2. Numa frigideira derreter uma colher de sopa de manteiga. Adicionar a cebola e deixar amolecer. Juntar o funcho e um pouco de sal, tapar e deixar cozinhar alguns minutos, mexendo de vez em quando.
    3. Cobrir uma tarteira com a massa quebrada e picar o fundo com um garfo. Juntar o funcho, depois o salmão cortado em pedaços e por fim pedaços de gorgonzola.
    4. Numa tijela misturar os ovos com as natas. Mexer bem. Verter o leite na frigideira onde se cozinhou o funcho e mexer um pouco para dissolver os líquidos que ficaram na frigideira. Juntar o leite aos ovos e natas e mexer. Temperar com sal e pimenta.
    5. Verter a mistura sobre o recheio da quiche, povilhar com algumas folhas de funcho picadas e levar ao forno a 180ºC durante 30 minutos (até dourar).
    Se se quiser um sabor mais intenso ao queijo pode-se das duas uma: ou juntar mais gorgonzola ou trocá-lo por Roquefort, que tem um sabor mais forte.

    Bom apetite!

    quinta-feira, 12 de novembro de 2009

    Tarte de Abóbora


    Como prometido lá me resolvi a fazer uma tarte de abóbora com uma parte da abóbora-menina que me deram e que congelei. A receita é uma compilação de várias receitas e não é muito, muito doce, já que eu não gosto de sobremesas enjoativas. Os mais gulosos terão de pôr mais açucar ou usar leite condensado.

    Ingredientes:
    1 pacote de massa quebrada
    2 chávenas de abóbora menina cortada em cubos
    1 chávena e meia de leite evaporado
    1/3 chávena de açúcar mascavado (pode-se pôr mais ou substituir por mel, conforme o gosto pessoal)
    2 ovos ligeiramente batidos
    1 colher de chá de canela
    1 pitada de noz moscada
    1 pitada de gengibre
    1 pitada de pimenta da Jamaica (opcional, eu talvez não volte a utilizar quando repetir a receita)
    70g de açúcar

    1. Aquecer o forno a 200ºC. Colocar a abóbora num tabuleiro, cobrir bem com papel vegetal ou de alumínio (para que não seque) e levar ao forno 30-40 minutos até ficar bem macia.
    2. Retirar o pacote de massa quebrada do frigorífico, colocando-o à temperatura ambiente.
    3. Liquifazer a abóbora (no passe-vite, liquidificar ou com varinha mágica) e numa tijela juntá-la aos ovos, leite evaporado, açúcar mascavado e especiarias. Homogeneizar bem.
    4. Colocar a massa quebrada na tarteira com o papel vegetal por baixo. Picá-la com um garfo várias vezes e adicionar o recheio de abóbora. Levar ao forno a 180ºC durante cerca de 30 a 40 minutos.
    5. Arrefecer no frigorífico entre 2 a 24h e retirar 20 minutos antes de servir. Numa frigideira colocar o açúcar e derreter ao lume, abanando a frigideira para que derreta por igual. Baixar o lume e deixar cozinhar por 5 minutos mexendo. Cobrir a tarte com o caramelo em fios e servir iemdiatamente. (Se passar algum tempo o caramelo derrete novamente, o que não deixa igualmente de saber bem).

    Bom apetite!

    quarta-feira, 14 de outubro de 2009

    Tarte de crumble de manga



    Reincidindo no segundo livro de Mafalda Pinto Leite, para rematar o almoço de família de domingo, baseei-me numa receita de Tarte de Crumble de Maracujá que me andava a fazer crescer água na boca desde que comprei o livro.

    Olhando para a despensa fiquei a braços com uma decisão: seguir a receita e usar a lata de polpa de maracujá ou experimentar outra fruta e usar a lata de polp de manga... Uhm.... e pronto, ganhou a manga.

    Em relação à receita original convém cortar no açúcar, já que as conservas de fruta já são bem açucaradas mas de resto, juntamente com outras pequenas alterações, funcionou perfeitamente.



    Ingredientes

    Massa:

    375g de farinha sem fermento
    150g de açúcar
    150g de margarina vaqueiro (ou manteiga sem sal fria aos pedaços)
    1 ovo
    1 colher de sobremesa de açúcar baunilhado (ou 1 colher de chá de essência de baunilha)


    Curd de manga:

    4 ovos
    2 gemas de ovo
    50g de açúcar (150g se usarem polpa de fruta sem açúcar)
    200ml de polpa de manga (150ml se usarem polpa sem açúcar)
    125g de margarina vaqueiro (ou manteiga fria aos pedaços)


    1. Aquecer o forno a 180º. Forrar uma forma rectangular com papel vegetal e untar com manteiga.
    2. Bater a farinha, açúcar e manteiga com a batedeira até obter mistura com textura de migalhas. Adicionar o ovo, o açúcar baunilhado e 3 colheres de sopa de água fria. Bater até a massa comelar a aderir. (Juntar mais água se necessário.)
    3. Reservar 1 chávena de massa. Colocar a restante na forma, pressionando, e levar ao forno a cozer durante 20 a 25 minutos até começar a dourar.
    4. Entretanto preparar o curd. Aquecer em banho-maria os ovos, as gemas e o açúcar, mexendo sempre com uma batedeira de varas. Adicionar a polpa de manga e a manteiga. Mexer constantemente com uma colher de pau até a misturar espessar o suficiente para começar a cobrir a parte de trás da colher. Passar por um coador e espalhar sobre a base de massa.
    5. Polvilhar a massa reservado por cima do curd e levar ao forno por 15 a 20 minutos até começar a dourar por cima. Deixar arrefecer completamente antes de servir.


    Uma óptima sobremesa de manga, servida com manga e creme de iogurte, do qual segue a receita.


    Creme de iogurte:

    Existem várias receitas de creme de iogurte, dependendo as variadas opções não só do gosto mas também da despensa de cada um. Desta vez como tinha uma lata de leite de coco light aberta resolvi utilizá-la.

    Ingredientes
    iogurte natural não açucarado
    leite de coco light
    mel
    sumo de limão

    1. Colocar o iogurte sobre um pano, com uma tijela por baixo. Tapar e colocar no frigorífico dum dia para o outro para escorrer o iogurte.
    2. Misturar com o iogurte o leite de coco até obter uma consistência que agrade. (Os cremes de iogurte também funcionam bem com natas.)
    3. Juntar mel a gosto e umas gotinhas de limão.

    E pronto, mais um domingo bem passado em família. Bom apetite!

    sábado, 3 de outubro de 2009

    Tarte de framboesas e chocolate branco



    Do norte chegou-me por mãos familiares uma caixa de framboesas há alguns dias. Sofreram um pouco na viagem, foram congeladas e descongeladas e quando me foram entregues já não vinham exactamente intactas de aspecto mas ainda muito saborosas. Fiquei com vontade de aproveitá-las para uma sobremesa de domingo e resolvi experimentar uma receita do site da BBC Good Food.

    Ingredientes:
    • 1 pacote de massa quebrada
    • 500g de mascarpone
    • 100g de chocolate branco cortado em pedaços e lascas (se preferirem podem pôr mais)
    • 100g de acúcar mascavado (eventualmente menos se puserem mais chocolate)
    • 2 ovos grandes
    • 250g de framboesas

    1. Aquecer o forno a 160ºC. Forar uma tarteira com papel vegetal. Colocar a massa quebrada, enrolado as pontas se necessário e picá-la com um garfo.
    2. Misturar o mascarpone, os ovos e o açucar até misturar bem. Adicionar o chocolate branco e por fim as framboesas (eu coloquei-as directamente na tarteira para não se desmancharem mais).
    3. Deitar a mistura na tarteira e levar ao forno durante 25-30 minutos até cozinhar e dourar. É normal que o recheio cresça durante a cozedura mas depois voltará a baixar. Deixar arrefecer no forno. Se se colocar no frigorífico pelo menos uma hora será mais fácil de cortar e também é muito boa servida fria.
    Para quem gostar pode-se também adicionar 100g de amêndoa moída. Eu evitei, por não gostar.

    Bom apetite!
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